terça-feira, outubro 07, 2008

Esclarecendo...


Então, vamos esclarecer. Tudo está, hoje, muito claro. Acabou e não volta mais. A questão toda que venho - novamente aqui a dizer – que o meu filho como qualquer aula de ciência e genética tem, sim, os dois laços sanguíneos. E graças ao bom Deus, as duas famílias não misturam problemas pessoais de um casal. Neto é neto, filho é filho. Criança! Santa inocência! Porque envolver eles? São anjos e não tem nada haver. Minha história acabou por sujeiras, mentiras que eu já previa. Cachorro que come ovelha; só matando rsrs Por fim, deixo claro que estou muito bem sozinha. Aliás, optei em ser assim sempre fui assim... Aquarianos tem a tendência a ser assim, sem ser ortodoxa em astrologia, mas...sim. Vi muita frieza no olhar de muitas pessoas, senti o frio e arrepio deste mundo de pedras, revi pessoas sem alma, pessoas egoístas que gostam do escuro, do mundo preto e branco, da amizade escusa, da fome em sempre estar em vantagem; sem sequer valorizar o melhor da vida que é o amor ao próximo...o amor de uma família, por exemplo. Prefiro dividir meu romantismo neste blog. Sofri muito mais quando, um dia, fui casada do que hoje. Por quê? Porque filho fortalece qualquer mulher. Sou fera, sou bicho... sou anjo e sou mulher. Cássia Eller que o diga! - nem tanto feminina, no entanto, uma exímia mãe - falou por mim hoje e sempre! Mãe é mãe! Filho é filho e não retiro nada, mas nada do que já escrevi aqui. Viver de enganos, de desilusões? Quem já não viveu!?! Não conhece amor nem paixão - este samba é bom! Isto é mixo! É pequeno pra tantas formas belas de ver a vida. Levante-se! Bem-vindo ao mundo dos adultos, ao abutre sazonal da magia masculina!
Ultimamente tava botando ‘no caderninho’ tarefa fácil. Dez itens de vantagens e dez itens de desvantagens... nossa o placar foi péssimo. Desvantagens superou meus limites. As palavras vinda da memória e do coração me assustaram.
Eu quero viver em paz! E já achei o caminho! O caminho que não suga a tua alma, que não faz desdém de tua fé, do amor e da solidariedade. Amores? Amor acaba... nasce... renasce...eu revivi, vivi e ponto. Agora quero respirar o melhor da vida! Pois criei muita expectativa. Só eu sei o quanto tentei não repetir esta relação. Eu relutei.... Mas anfã. Aconteceu. E tenho este menino QUE NÃO TEM NADA HAVER COM O MUNDO AFORA.
Chega! Eu quero paz! Eu to olhando para a minha vida. Não quero discórdias...muito menos mágoa... Se eu pudesse conversar... expor... mostrar o meu lado.... Fica assim...
Felicidade está nos ressonar do meu filho enquanto sonha, no upa! Upa! Em mim com abraço e sorriso que dinheiro algum compra. Preenche. Me basta! O resto, Deus sabe...

domingo, outubro 05, 2008

MARTHA MEDEIROS... fale por mim...


DESPEDIDA

Existem duas dores de amor:A primeira é quando a relação termina e a gente,seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,já que ainda estamos tão embrulhados na dorque não conseguimos ver luz no fim do túnel.A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,a dor de virar desimportante para o ser amado.Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.É que, sem se darem conta, não querem se desprender.Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida…Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância,mas que precisa também sair de dentro da gente… E só então a gente poderá amar, de novo.Martha Medeiros

sexta-feira, outubro 03, 2008

TUCHÊ PARA OS DESAFIOS


Faz mais ou menos um mês que escrevi isto... Conflitos pessoais...de coração... Hoje respiro melhor. A gente se ama... e muito... No entanto, ambos estão em outras diretrizes... Romper, acabar? Até que tentei... e olha que não foi uma nem duas vezes... mas como meu Ale fala 'acho que nunca vamos nos separar"... Moderno, diferente...egoísta ou esquizóide... o que importa é a essência... Fora isto estão os papéis...as posses...meus projetos que quero dar a meu filho... isto é muito importante pra mim... muito... Fica aí um pouco do meu tricô sentimental...



(escrito em 01 de setembro deste ano)

Que todo mundo sabe que sou um livro aberto, não é novidade. O que mudou que continuo assim, porém colocando restrições nesta ingenuidade do sentimento.
Problemas, modo de enxergar a vida, todos nós carregamos. Basta avaliar, dosar as medidas dos sentimentos e das razões. Ô duplinha danada esta, né? A maioria das vezes elas não entram num acordo comum. Paciência.
Aí surge Deus e o Sr.Tempo.
Um designando; outro ensinando.
Trajetórias mudanças bruscas, traumas... enfim, etapas com início-meio e fim todos passamos. Há quatro anos, amarguei isto. E no mesmo ano, aquela surpresa que todos sabem que foi reencontrar meu grande amor. Só que amor, como diz um e-mail lindo que recebi estes tempos “não tem currículos. Se tivesse, os cafajestes estariam na fila de espera”.
E eu criei limites, prazos, momentos para tudo na vida. Inclusive para este enredo com uma história tão maluca. Depois de oito anos... reencontro com o Ale.
Tem momentos na Vida que só amor não preenche. Queremos o bem do próximo, queremos a evolução, o crescimento a maturidade como cidadão... O que não podemos é carregar os problemas... E eu sei que tenho esta tendência. Sou meio esponja. Absorvo os problemas de quem eu gosto. Visto a causa, luto em desbravar os fantasmas. E eu tentei matar a charada. Mas ele não quer... Taurino absoluto, goleador de muitas boladas e bola murcha de muitos pênaltis que já passou em sua trajetória, o Ale, o meu Ale...não quer; não quer rumar um mundo diferente... Acha que consegue, acredita que na vida tudo se dá um jeito. O problema é a ótica deste “se dá um jeito”. Se recolher, se anula, se cala ou empurra com a barriga. De nada disto adianta. Ta na hora de virar. E a isto que luto. Por ele! E confesso que ta difícil...
Eu por exemplo, tive metas na Vida: Estudei, fiz muita festa, paquerei muuuuitooo e, um dia, formei um lar - que logo se desfez e, que logo depois refiz; do meu modo. Hoje me orgulho disto. Tenho culhão que muita gente duvidou. Enfrentei barreiras e confesso que cheguei a achar que estava no meu limite.
Minha gravidez foi um BOOM pra todos. Inclusive pra mim. Mal eu sabia que a gravidez era a cereja do bolo que Deus me reservava! E o Ale, da forma dele, sempre esteve ao meu lado...
Hoje eu quero mais que isto! Tuchê!!!! Vocês me entendem? . No entanto, o meu ‘quero mais’ é por ele, também. Ele tem uma família ma-ra-vi-lho-as; da maior essência e mais rara que muitas famílias não tem: a união e o amor. E o meu filho nesta história? Veio pra somar com esta linda família. Família Ferreira Silva e família Carvalho Fernandes!
“ – Que cruza!”; diz a adorável Dona Sueni.Hoje, posso (e confortar) que aprendi muito com a vinda do João Vicente.
Um dia me falaram: " - Tu vai ver quando o teu filho nascer como vai mudar!".
O plus de tudo isto foi a metamorfose hormonal que mudou em mim:
Realmente sou outra. Até mais chata, mais brava, sem papas na língua. Libertei da trava, perdi a etiqueta. Se esttá errado eu fala na lata. O que, certamente, mexeu na nossa relação.
Mesmo o amando tanto(e amo tanto que chego a me questionar da onde vem tanto amor?). Ele também passou por um turbilhão de fatos, mudanças. Muitas o deixaram perdido. Confusão é uma palavra que cerca meu Ale... meu eterno Peter Pan.
Então, veio a paciência, a perseverança. Sempre aliada ao companheirismo dele e as nossas típicas trovoadas de ciúmes e incompatibilidade de pensamentos da Vida. Chegamos a indagar o fim. E até agora este fim não vem. Pois Deus que nos guia. E a Ele que rezo, sempre.
Aos 36 anos cheguei. Aos 36 anos decidi que tudo que tiver na minha vida vai ser do meu suor. Do meu jeito. Mesmo que eu tenha que voltar pra trás a tantos planos que já, conquistei. Tempo hoje pra mim corre. Quero uma casa própria. E é isto que me atormenta. Pra ter, vou ser obrigada a seguir um plano que não queria. Ta na geladeira o plano... E a vida....

A Mentira

Estes são os dois comentários do Paulo Sant'Ana... Tem gente que me pergunta porque eu não ando escrevendo...até escrevo gente...mas tanta coisa do coração e pessoal...que filtro e não publico nada... Acima aí vocês verão uma de coração... mas agora vou citar esta do meu escritor polêmico... Paulo Sant'Ana... para isto ele tem um dom.... E ando de saco cheio de mentiras... a isto ... além da hipocrisia... deixo mais este belo texto deste gênio jornalista....

"Lendo a entrevista com Aguinaldo Silva, autor de Duas Caras, no Caderno Donna, refleti que todas as pessoas, todas, inclusive eu, mentimos.
Ou melhor, vivemos mentindo.
A mentira é, pois, um componente inafastável das nossas relações.
A maior parte das mentiras que pronunciamos durante o dia, na verdade não pronunciamos: ficam sepultadas no nosso silêncio.
São as coisas que gostaríamos de dizer - ou deveríamos dizer - e consideramos aconselhável não dizer. Por diversos motivos.
Vem-nos a idéia, clara e estuante, mas ela "esbarra no molambo da nossa língua paralítica". Deixamos para dizer outra vez ou resta para sempre soterrada em nossa cabeça.
Quase sempre, essas verdades que sonegamos causariam incômodo irremediável.
Há o silêncio mentiroso em que o maior favorecido dele não somos nós, são as pessoas com quem estamos tratando: se disséssemos o que estamos pensando, iríamos ferir os nossos interlocutores, empurramos com a barriga as nossas verdades, à espera de uma melhor ocasião ou de que desapareça o motivo para a nossa colocação.
Entre todas as mentiras silenciosas, a maior delas é o segredo. Carregamo-lo às vezes durante toda nossa vida como um fardo, as outras pessoas todas do nosso redor ficam privadas daquela verdade que nos queima e envergonha. E cuja não-revelação nos favorece.E finalmente as mentiras sonoras ou gestuais, aquelas que falamos ou gesticulamos. O que é sim, dizemos não; o que é não, dizemos sim.
São, por assim dizer, as mentiras do nosso interesse, por conveniência as pronunciamos, livrando-nos de uma responsabilidade ou de uma incomodação.
Na semana passada, a ministra Dilma Rousseff deu-nos conta brilhantemente de mentiras que ela pronunciou sob tortura, declarando que se não as pronunciasse poria em risco ou eliminaria vidas de seus companheiros de insurgência.
A mentira, portanto, tem também esse dom: se não a pronunciarmos, a verdade nos causará um dano imenso ou leve, é melhor que finquemos pé nela e nos livremos da atrapalhação.
Eu fiquei pensando ontem que a mentira é lícita. Nos 10 mandamentos, não há qualquer menção de que a mentira seja uma infração contra a lei de Deus.
Entre os sete pecados capitais, a ira, a gula, a inveja, a luxúria, o orgulho, a preguiça e a avareza, nem por colateralidade é mencionada a mentira.
Se nesses dois códigos importantes que norteiam a conduta humana não é mencionada a mentira, então é porque ela é consentida.
Só há um caso de punição para a mentira: é quando quem a pronuncia está sob juramento na Justiça: incorre então em falso testemunho.
No entanto, o princípio de que ao réu é permitido mentir, visando a que não se o obrigue a produzir prova contra si, inspirado em um ensinamento de São Tomás de Aquino, inspira que às pessoas comuns não é exigível que falem a verdade quando isso as prejudique.
Deve ser por isso que as pessoas saíram por aí a mentir deslavadamente. Para não prejudicarem a si próprias e para não prejudicar aos outros.
A mentira, portanto, é um truque de comportamento que visa a uma vantagem circunstancial de quem a emite, para quem a verdade traria transtornos.
E também é um recurso de extraordinária valia na vida humana: indiscutivelmente, um mundo em que as relações humanas fossem movidas só pela verdade se caracterizaria por confrontos assustadores. "
*

HIPOCRISIA


SANT'ANA.... É SANT'ANA...tem falado por mim em muitas barbaridades que vejo, pesco e fico sabendo do dia-a-dia de quem eu conheço....

Então... por ser doloroso citar... quem sabe melhor desabafar? Nada melhor que Paulo Sant'Ana neste texto que fala sobre a hipocrisia. Vejam:



"Uma das características mais freqüentes no comportamento humano é a hipocrisia. Muita gente é exatamente o que não deixa transparecer. É clássico que por trás de quase todo o moralista existe um cafajeste. E não raro o mais modesto homem de um grupo esconde dentro de si um refinado narcisista e megalomaníaco.
Essas pessoas são as mais sofridas. Porque residem nos seus peitos demônios que rugem e que elas mantêm aprisionados e amordaçados, escondidos sob o esmalte do fingimento. Passam a vida inteira sem se darem a conhecer, não deixam escapar uma só frase ou gesto que acusem a sua verdadeira personalidade e vão até o túmulo ocultando a sua legitimidade ideológica.
Na política, essa distorção de conduta é quase que invariável. Já se disse que o político é um ator, nada mais verdadeiro. Há políticos que desempenham durante toda a sua vida um papel completamente desligado de sua idéia e objetivo.
Os mais potencialmente sanguinários fascistas que conheci na política eram notáveis homens de esquerda. Dos seus lábios e do seu currículo só brotavam palavras e pensamentos que exaltavam a democracia, o respeito aos direitos individuais, o protesto veemente contra as práticas totalitárias da direita e da ditadura instalada. Se algum dia viessem a assumir o poder, as noites de seu país ficariam povoadas das prisões, da tortura, dos assassinatos, talvez até do genocídio.
Usavam a liberdade como mero e falso estandarte para suas intenções sinistras de vilipêndio e arrasamento do Estado de Direito. Eram intrinsecamente mais verdugos que seus pretensos ou reais carrascos. Condenavam e lutavam contra o que idealizavam se de súditos se tornassem soberanos. E em muitas ocasiões, na atividade política rotineira, deixavam transparecer, em ímpetos incontroláveis, amostras dessa sua tendência despótica e cruel.
Eram verdadeiramente de esquerda mas falsamente democratas os mais torpes e implacáveis políticos que conheci. Superavam ou se igualavam aos piores exemplares da direita, demonstrando que maldade e arbitrariedade não têm cor nem lado político. Hitler e Stalin podiam divergir visceralmente em torno a conteúdos ideológicos, mas em essência eram duas feras insaciáveis do sangue humano para a realização de suas doentias ambições.
Por trás de uma mulher recatada à luz do dia, pode estar uma incendiada messalina na escuridão da noite e na indevassável intimidade. O marido que nunca trai, esse pode ser o mais promíscuo dos machos nos labirintos de uma cidade. O mais honesto dos profissionais pode estar esperando o momento propício para dar o golpe do século. Um terno libera-se num instante para desvelar-se como um assassino. Um permanentemente leal explode de repente no mais repelente traidor.
Porque é do cerne biológico dos humanos fabricar uma aparência indigna e inversa da substância. Porque fingir e mentir são marcas indeléveis do homem e nunca vão desaparecer do seu caráter. Porque o homem é o único animal que pensa, tendo a faculdade de camuflar esse privilégio. Os outros animais não pensam, daí que todos seus gestos são sinceros.
É muito importante o que o homem faz, mas eu daria um doce para saber o que ele pensa. E entre o que faz e pensa quase sempre tropeça num abismo.
*Texto publicado em 02/03/1997, em Zero Hora"

segunda-feira, setembro 08, 2008

LEGUME HUMANO

Isto que mais me irrita. Tem uma palavra que entra nas nossas vidas sem nunca nos deixar. As agendas deveriam ter o adesivo “estou gripado”!
É difícil evitar; quase impossível curar de vez.
Pois, até hoje a ciência não descobriu uma vacina que combata os zilhões de vírus da gripe. Esta é uma praguinha que derruba a gente, deixando a sensação de dor no corpo, rosto enxertado de secreções, e visual dos mais escrachados. Não tem maquiagem que camufle.
Também, o que é a temperatura aqui no Sul? Segunda-feira retrasada um calor indiano; na mesma semana, a queda es-pe-ta-cu-lar de mais de 15 graus! Haja "corpo fechado" pra isto!!!
Me sinto naqueles sistemas caseiros de congelamentos de legumes. Conhecem? É da seguinte forma: Ferve a água deixando os legumes no bafo. A outra etapa é o "coringa" da dica caseira... Chama-se: TRATAMENTO DE CHOQUE! Despeja os legumes numa vasilha de gelo, espere alguns minutos; seque e.... CONGELA NO FREEZER!
Me sinto EXATAMENTE UM LEGÍTIMO LEGUME HUMANO, com direito a data de fabricação e validade...
E os vírus, de platéia, batendo palma para invadir as vias aéreas e correntes sanguíneas... é um playcenter pra eles....
E o meu filho nesta história? Pobre João Vicente... não sabe, mas já se habituou a se gripar algumas vezes por ano....

'HUMPF' para os e-mails

Não tem coisa mais chata do que abrir aqueles e-mails "PPS" e ter aquela música ensurdecedora "Come on, everybody!" e aqueles 'gritantes' instrumentos de sopros com as mensagens de sapinhos, piadas machistas, etc.

Ai... como é que ainda circulam entre os e-mails?

"Caiu" no meu, "morreu"!

"Buraco negro" p/ eles! Lixeira!!!...

ASSIM...

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento."

Clarice Lispector


FRASES QUE GOSTO:

O que é a palavra por Fabrício Carpinejar:

" Intrigar, provocar, emocionar e não deixar que a palavra seja somente palavra. A palavra é muito ambiciosa, acredita que é mais importante do que aquilo que nomeia. A palavra serve ao poder quando é no despoder que abrimos a guarda. Exerce hipnose de dicionário e enreda poetas na metalinguagem. A palavra é a vaidade de dizer, mas só existe porque o silêncio ainda não é paz. Sou desconfiado com a palavra. Um poema se faz pela falta de palavras. Quanto mais próximos chegamos do toque, do afago, mais estaremos dizendo. "

“Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós; deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas há os que não levam nada; há os que deixam muito, mas há os que não deixam nada.
Esta, é a maior responsabilidade de nossa vida e prova evidente de que duas almas não se encontram por caso” (A. de Saint-Exupéry)


"Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te." Friedrich Nieztsche

"E se me achar esquisita, respeite também, até eu fui obrigada a me respeitar." Clarice Lispector

"O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são." Friedrich Nieztsche

"A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo."

"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca." Clarice Lispector

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