

Sou sambista por essência mas, ontem, resolvi fazer um carnaval ‘estilo trash’ com parcerias literalmente pitorescas: Noiva, Bebê de Rosimery, Rodrigo e Spectro.
A pedida da noite carnavalesca era um lugar diferente.
Nome do bar????
----- BECO 203 -------
Um local que emprega uma sonoridade de rock, música eletrônica e demais estilos experimentais. São tendências que, ao mesmo tempo, dosam modernidades de clássicos que fizeram a história no mundo. Foi a proposta certa para quem queria fugir do marasmo da cidade e as conhecidas marchinhas de carnavais.
Junção de clubers e genéricos de clubers! Este era o ponto forte!
O público feminino, então, nem se fala!!!! O lema é:
SER DIFERENTE É ANDAR IGUAL!!!
Noventa porcento das garotas tinham cabelos com franjas, curtos ou médios. Nos pés, calçados All Star, Adidas ou então, muitos ‘papatos’ de verdadeiras bonecas. Já nas roupas, a ‘boutique da onda’(Cavalera... Diesel...estas coisas...)!
Sabe ... nisto eu bato de frente... Não adianta ...não consigo ser seguidora escrava de marcas@.
Cada macaco no seu galho, né?!
As Playgirls além de curtirem grifes usavam perfumes franceses - Só pode! Elas são chiquérrimas - isto eu tenho que reconhecer!
Bendita atitude! Esta quebra de protocolos aromáticos, nos salvavam dos indigestos cheiros de mofos, maconhas e mijos de gatos.
- Gracias Girls pela contribuição social ao bar!!!
Não estão acreditando? Sim, até isto tinha... rsrs
E se o BECO 203 tivesse uma decoração ultra arrojada, muito ‘certinha’, minimalista, certamente, não daria certo.
O ‘barato’ é ser um pub, uma espécie de QG...ou, então mesmo, uma nave de seres abduzidos!
É um TUTUFÚ TRÉS CHIC!!!
Estão estranhando minha ‘pisada’ em mundos estranhos?
Reconheçam que sou um Satélite Flex Power!!! Me remanejo no style musical (até um certo limite, claro!).
Gente! O visual decorativo do bar era muito trash, porém, interessante de conhecer, do ponto de vista profissional, claro.
A casa já existe há algum tempo, tipo uns dois anos mais ou menos.
E nós, o “quinteto rebelde” – sim, todos estavam ‘surtados’ por algo pequeno do beabá da Vida ou por besteira mesmo- prontos para se divertir, dançar e conversar.
O negócio era botar a boca no trombone e falar.
Falar BEM MAU de tudo rsrs!
Mas, como a “verdade é bonita”- ditado popular dos capixabas- o vomitada verbal acabou em trovejantes risadas! Teve até ‘teatrinho-mágica’, com os dedos, feitos por Spectro que conduziu, à todos, tentar a façanha de enganar e, fazer desaparecer um dedão da mão(sente a babaquice do fato. Bêbados sempre se divertem por pouco. É cair a caneta da mesa e, estão todos rindo às pencas!).
Além das PLAYMOBIL GIRLS o geral do público era uma espécie de zoológico com personagens do Stars Wars e Elo Perdido...
Só os esquisitos ou ‘alternativos paraguaios’.
Tinha de tu-do...
Liberdade sexual era um dos pontos fortes do bar, corredores que arrepiavam a imaginação da vinda dos “Sleestaks”(dava até medo de encostar na parede... muito sinistro). O breu da escuridão do bar, as goteiras, escadarias antigas e muitas imagens com marcas, nas paredes, com visíveis sinais de vida “rupestre de seres extra-terrestres”.
Eu vi, senti e curti. NA MINHA DOSE!
Fiz a campanha da ejaculação em massa do bar. Ninguém concordou. Vi de tudo... A noiva ficou de dar o seu relato... são muitos detalhes ...
Vale a pena conferir, na sua dose, claro!
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