quinta-feira, março 26, 2009

Acima de tudo; um privilégio...







"Ser mãe é falar o necessário, é calar, é olhar, é entender. Ser mãe é reconhecer pelo olhar, pelo choro, pelo gesto, pelo sorriso. Ser mãe é não medir esforços, é derrubar barreiras e vencer os maiores obstáculos pelo bem daquele que nem ainda pediu nada. Ser mãe acima de tudo é um privilégio."
by Bárbara Lima






Dizem os sábios...


"Dizem os sábios, uma mulher é capaz de calar uma multidão com seu silêncio, provocar uma tempestade num copo d’água, derreter um coração com seu jeito de ser. Consegue sorrir diante da dor, demonstrar sua coragem perante o medo; Mesmo sem batom, dizer EU TE AMO com toda intensidade do vermelho; e ainda diante das pedras o seu salto alto. Por que o coração de uma mulher não bate, ele toca música, ele encanta. E independente do ritmo – tem dias de samba, de rock, tango... –pois seu coração sempre sussurra uma canção ousada, diferente... mas com belo potencial!!"

segunda-feira, março 23, 2009

Crianças... sempre as vítimas...





E li nos jornais de hoje a inevitável notícia conhecida como Caso Isabela Nardoni. Menina que aos cinco anos foi estrangulada e jogada do sexto andar pelo próprio pai e sua madrasta. Esta tragédia familiar será lembrada sempre pelos veículos de comunicação. Pudera, né? Chocou a sociedade.
Jurei que não escreveria nada sobre este caso Isabela Nardoni. Pois foi tão assustador que hoje, mais ainda, como mãe, tudo que envolve crianças mexe por demais comigo. E de fato, nunca havia escrito nada neste blog. Para a minha surpresa vejo uma das manchetes que avaliava, hoje, a rotina do casal acusado de matar a menina. Segundo boletins da polícia, laudos psiquiátricos e até observado conformismo do casal nas celas carcerárias percebe-se o 'reconhecimento' do crime frio feito por Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Ai eu pergunto:
- Nasceram sozinhos, vieram da casca do ovo? Não, né?
Corretíssimo! Eles tem(nestas alturas tinha...)famílias, geraram filhos e, que estes filhos, perderam uma irmã. Fruto da insanidade e frieza do casal. Olha quanta deformidade de conduta social!!! Hoje estão isolados do mundo e a visita, única e exclusiva, são de seus dois filhos. Isto é muito triste...pobre inocentes... Eu tenho pena é das crianças... da Isabela por ter sido brutalmente assassinada e de seus irmãos que mal vieram ao mundo para serem vítimas da monstruosidade dos seus pais. Um, dos filhos está com dois anos e outro com 4 anos. Os pais, reclamam que sentem muita saudades deles. Na notícia que eu li(e que me levou às lágrimas) foi saber, que o avô paterno das crianças relatou em entrevistas à imprensa, que os netos choram quase todos os dias desde que se separaram dos pais. Isto me atingiu lá dentro. Fiquei arrasada.... Olha a conseqüência que eles deixaram de heranças para estas crianças? E os pais, e a própria Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella??? Silêncio em minhas palavras. Ninguém terá a noção mínima, do que é perder um filho. Mães... como sempre... as que mais sofrem... Ana Carolina Oliveira, perdida no mundo, uma mãe oca de coração, não tem mais neste plano terrestre a sua única filha, seu maior tesouro... Como dói assistir qualquer relato desta mulher. Céus. (...)
Hoje, ela supre e se alimenta, somente por lembranças, fotos, roupinhas de Isabela espalhadas com suas roupas. Olha a cadeia familiar que este casal Nardoni/Jatobá semeou? E um detalhe: Jatobá e Alexandre Nardoni vieram de famílias estruturadas. Digamos que eram ‘bem nascidos”. Se fossem pobres, de uma classe social inferior, no mínimo, diriam: "é a falência da sociedade; a discrepância do rico e do pobre fazendo o ser humano perder os mais nobres valores da vida". E não. Este casal tinha tudo... Pobres crianças que ficaram sem pais, pobre Ana Carolina Oliveira que ficou sem sua filha... E estes assassinos tiveram a frieza de negarem o crime. Forjaram inocência, e ainda se deixaram levar pelas floreadas jurídicas de seus advogados... Visível na ótica dos reflexos e experiências da polícia e inocentes em tentar enganar equipes especializadas sobre o psiquê humano. Olha...hoje em dia, olhar os noticiários está cada vez mais um legítimo filme de terror... Cadê o amor gente? As crianças... eu hoje, como mãe, fiquei arrasada lendo esta lástima...

sexta-feira, março 20, 2009

Um mistério...um perfume...








"PERFUME É QUANDO MESMO DE OLHOS FECHADOS A GENTE RECONHECE QUEM NOS FAZ FELIZ"
É andei conversando com uma colega minha, parceria das boas, bom papo, uma alma tão nobre que dá vontade de se curvar todas as vezes que ela me faz enxergar, com outros olhos, o que é a Vida. Comentamos esta frase acima. Não é momento de citar nomes em todos os sentidos, mas sim, de falar o que gera tantas insistências de um lado A e de um lado B. Falo de um homem e de uma mulher... Seres que tiveram uma históra forte, de muito tempo ou de parcos momentos, enfim, um enredo de enlaçar e dar um nó mesmo na razão com a emoção. Química e o cofre olfativo ficaram, algumas vezes, eternizados... E o que venho aqui a relatar é este lado fêmea que toda mulher tem, as vezes pode fugir do controle quando algo marca em sua jornada. Tem fatos, sentidos(sim, os cinco sentidos do nosso corpo humano) que nos cercam e, muitas vezes, nos surpreendem. Como podem haver pessoas que não se perfumam; no entanto exalam os perfumes com as mais cheirosas notas florais, cítricas e amadeiradas(ah, sei lá... não tem explicação)!?! Enfim, um mistério...um perfume...

É de dar um nó em qualquer sentido do correto e errado... Hoje resolvi falar disto pois eu e esta minha querida colega indagamos o porquê de tantas burradas que volte e meia cumprimos ou já fraquejamos. Como diz Pedro Bial "... preocupação é tão eficaz quanto tentar resolver uma equação de álgebra mascando chiclete..."! É mascando que eu escrevo neste blog...
Muito bom escrever; lembrar... muitas vezes aprendemos assim... no debater de um assunto que apenas nhhuuummm sentimos...

terça-feira, março 17, 2009

Já Sei Namorar- "Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem"


Eu estava lendo o blog do David Coimbra em que ele fala e filosofa textos de seu livro, “Jogo de Damas”.
É muito interessante saber a visão masculina sobre este cosmo de relacionamentos entre um homem e uma mulher. Lá ele larga trechos curiosíssimos. E isto fez-me despertar sobre esta modernidade do sexo casual que paira nos dias de hoje.
Atinge ambos os sexos.
É a mutação do “Já sei Namorar”.
Sério gente!
Isto! E já adianto: é para quem tem controle emocional de museus afetivos e figuras passadas; ou melhor, para quem está com o corpo fechado ou fora da área de cobertura para quesitos do verbo amar. Se não és um exímio equilibrista deste ramo sentimental, nem adianta aderir. Acabará só se machucando.
Portanto, optei em comentar sobre isto.
David Coimbra faz um paradoxo do fim da espécie Neandertthal restando, por assim, a supremacia do Homo Sapiens. É aí que surge a Era da Mulher onde o escritor alega que a menstruação foi coringa para a evolução feminina.
Ééééé amigos abduzidos...
Foi baseado ‘nas regras’ hormonais da mulher que os “hermanos” da Idade da Pedra, entenderam o ciclo da Vida.
Sim!
O ciclo da vida está dentro das mulheres! Tudo, nasce, atinge o apogeu, e depois morre. Começo, meio e fim.
E o autor dispara:
“De posse desse entendimento, a mulher anda pela Terra com os pés no chão. Ela não sonha, ela mantém os olhos bem abertos. Ela não acredita, como o homem, que pode viver um grande amor a cada sexta-feira, que enfeitiçará eternamente o sexo oposto, que ainda alcançará a fama, o sucesso, a fortuna, o poder. Ao contrário do homem. O homem crê que será capaz de grandes façanhas. Que a posteridade se lembrará dele. Crê-se imortal. Pobre iludido.”
Contando algo mais pitoresco ainda, o bloguista larga outra ainda:
“... o homem está sempre correndo o risco de parecer ridículo”.
O plus ou ‘o boom’ da diferença é esta:
“ O homem tenta dar sentido à existência. A mulher sabe que o sentido da existência é existir”.
Tão simples homens!!!!
E o sexo?
As vezes me pergunto onde vem, então, a procura pelo ‘sexo diversão’. Antigamente parecia que pertencia à categoria masculina - tudo por achar que a mulher era apenas um brinquedinho.
Só vontade?
Não...
Acredito que exista todo um lado antropológico, mutante e contemporâneo.
É notório em laudos de pesquisas comportamentais da vida humana, que a mulher está cada vez mais casual.
Como assim?
Na Era do silicone de têta, silicone de bunda, botox de boca, alisamento capilar definitivo e depilação de pêlos corporais definitiva acelerou(mais ainda!) a produção de um gênero feminino: O da nova “cinderela- Marilyn Monroe moderna”.
Acreditam que este novo formato “HTML” feminino tenha sentido e sustância nos atrativos do sexo oposto.
A fabriqueta da intitulada beleza universal feminina desencadeou, também, esta isca do sexo descartável.
Elas escolhem suas presas e fazem o DDD: Devoram, descartam e desovam.
Este ritmo mutante do comportamento feminino foi tese de uma pesquisa com mulheres de 20 a 35 anos. Aumentou a procura por amigos coloridos(carinho), Ex-namorados coloridos(confiança) e os Anônimos coloridos(anonimato)... Que coloressssssss!
Isto tudo, segundo a pesquisa, é porque o parceiro ideal não aparece.
Algo meio Luana Piovani que chegou a noivar achando que o sapo Dolabella era O príncipe dos Dados de suas tiradas de sorte.
E não, que azar... Então, Luana segue a Lua e suas mudanças: Ta lá, de bailinhos a bailinhos(último hit de festas cariocas) uma presa da letra “M”... Vai até a Z, mas ela acha! He He He
Olha eeeeu falando!
Quem sou eu!
Pois é...mas não estou aqui para falar de mim(hooojeee), e sim, da tendência, se é que me entendem.
Eu?
Eu já curti muito nesta música:
Já Sei Namorar- "Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo me quer bem" dos Tribalistas.
Bem redondinha a música...
Sim, já sei namorar!
Já sei namorar:
Idade da pedra + mulheres soberbas + sexo selvagem!
Yes, somos selvagens...
A Pedrita aqui só falta achar o Bam Bam!

Depois de ter você

Bola, música e mamãe!
Estes são os igredientes para o João Vicente se sentir a mil. Fascinado literalmente por uma bola eu vou confessar a vocês que minha cama, estes dias, parecia uma "piscina de bolinha" tamanha a quantidade de bolinhas que meu rebento possui.
Ultimamente tem escolhido, além dos bicos, as bolas de futebol para 'dormirem' com ele. Mais o celular para assistir vídeos de momentos do passado do qual ele curte 'rever".
Sempre com suas palavrinhas:
mamãe, papai, gol, 'bobô", "bobó', liau e auau!
São as palavras mais ditas por ele.
Um pequento príncipe.
Aliás, dá vontade de fantasiá-lo do personagem! Isto se estes cachinhos dourados continuarem assim.
Quem sabe, quem sabe...
O "Jotavê" - como é chamado por muitos - indaga tudo, fala uma língua, mas tão enrolada, tão enrolada que só pode, ser a língua dos anjinhos!
Algumas fotos registram aqui, os últimos passeios do João Vicente!
Eu não tenho aparecido nas fotos pois ou eu registrei, ou, na maioria dos casos, 'na labuta materna' fico um trapo nas fotografias que prefiro não postar...
Aliás, ando cansada, exausta... mas feliz em ver meu filho serelepe.
Por isto que costumo dizer que estou "tri na boa" porque é a isto que me deixa em paz. Do contrário, seria uma Fabiana atormentada.
Do meu lado íntimo... este, por enquanto está quieto. Deixa assim.
O que importa é ver este rostinho lindo conhecendo o mundo! E como gosta de curtir tudo a volta!

"Depois de ter você
pra quê querer saber
que horas são?
se é noite ou faz calor
se estamos no verão
se o sol virá ou não
ou pra que é que serve uma canção como essa?
Depois de ter você
poetas para quê?
os deuses, as dúvidas?
pra quê amendoeiras pelas ruas?
para que servem as ruas
depois de ter você?"

Adriana Calcanhoto/Cantada - Depois de ter você

quinta-feira, março 12, 2009

A lembrança do meu pequeno





“Descubra tesouros. Mas não os retire do fundo do mar. O lugar deles é lá.” Fernando Pessoa
Eu li esta frase há poucos dias.
Algo chamou a atenção pois ocorreu um fato, esta semana, que fez-me lembrar desta frase de Fernando Pessoa.
Falo de meu filho João Vicente.
Ele é o meu tesourinho.
E o meu amado surpreendeu a sua mamãe na saída da creche. Pra entenderem melhor explicarei: Há duas semanas ele que passou para sua “nova turminha”. Na verdade, a turma é a mesma, apenas com o acréscimo de um ou dois colegas. O que mudou foi a sala e as professoras.


Desde que ingressou na escolinha, esta é a terceira sala que ele freqüenta. Mas a ida para este ambiente novo ficou de porta vizinha para a sua primeira salinha ‘de aula’.
Ficou ao lado da sala em que ficou aos seis meses de vida.
Era o berçário dele.
Até aí tudo bem.
E, um final de tarde desta semana fui buscá-lo e o achei arisco em ficar no meu colo. Não dei muito importância e fui carregando. Confesso que parecia uma alpinista(um lide diário, diga-se de passagem...) carregando tantos adereços no corpo: mochila, bolsa térmica, bola, algum trabalhinho dele na mão e o João Vicente no colo. Haja coluna... Bom, voltando ao assunto...
Eu já estava praticamente saindo da creche, quando seu contorcionismo em meus braços acelerou. Estava praticamente impossível carregá-lo.
- O que ele queria? pensei.
Intrigada deixei ele mesmo me conduzir aonde queria chegar.
Na hora pensei que fosse o Solarinho – uma espécie de parquinho, com escorregador, balanço, gangorras, bicicletas, bolas e bolas... -.
E não.
Meu filho me levou até à sua primeira salinha.
Entrou e ficou ali, olhando cada móvel, cada almofada, cada brinquedo...um a um. Tudo, do seu jeitinho.
Se aproximando, tocando...
Lá dentro, estava uma das suas primeiras professoras e foi notório o que eu e ela percebemos:
Ele havia lembrado que ali, era o seu cantinho ‘escolar”.
Foi tão lindo olhar e ver aquela admiração dele em rever um cantinho que, um dia, foi dele.
Memória... memória...
guardada lá no fundinho do seu lindo coraçãozinho.
Deixei este conjuntinho de fotos que mostram um pouco dos seus seis, sete, oito meses de vida. No fundo, no fundo tudo que o cercou, de certa forma, leve ou não, o marcou. Isto vale pra nós também.
Só não esperava tão cedo nele...
Desde o cheirinho da almofadinha dele na sala, das batidas do pandeiro comigo, do nosso antigo apartamento e ali, ele na foto, na sua primeira salinha da creche.
Tem um ditado que diz:
“ Lembrança pela mente, vem e desperta. Não é tema esgotado”.
É bem por aí mesmo. Fiquei impressionada com sua memória beirando aos 2 anos de idade!

A memória é essencial para o processo de aprendizagem. É a memória que distingue nós dos demais seres humanos. Ninguém nunca vai ser igual. Cada um com seu currículo de memória enfim, de vivência.
Segundo a medicina, o hipocampo, localizado no lobo temporal é o QG da memória!
E porque não lembramos dos nossos dois anos, quatro anos de idade?
Dizem que elas – as nossas memórias - ainda existem em nossos cérebros, provavelmente, em algum compartimento do qual ‘perdemos a chave.”
Mas ta lá!
Com certeza!!!
E o meu pitoco descobriu isto revendo sua salinha antiga.
Foi lindo...
Que mãe babona esta...
Tenho cada coisa para falar dele aqui que deveria abrir o Blog da mamãe satélite...
Nossa... as descobertas dele, para mim, são os meus maiores e mais deliciosos sorrisos da minha Vida!
Com o tempo eu contarei mais para vocês!

ASSIM...

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento."

Clarice Lispector


FRASES QUE GOSTO:

O que é a palavra por Fabrício Carpinejar:

" Intrigar, provocar, emocionar e não deixar que a palavra seja somente palavra. A palavra é muito ambiciosa, acredita que é mais importante do que aquilo que nomeia. A palavra serve ao poder quando é no despoder que abrimos a guarda. Exerce hipnose de dicionário e enreda poetas na metalinguagem. A palavra é a vaidade de dizer, mas só existe porque o silêncio ainda não é paz. Sou desconfiado com a palavra. Um poema se faz pela falta de palavras. Quanto mais próximos chegamos do toque, do afago, mais estaremos dizendo. "

“Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós; deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas há os que não levam nada; há os que deixam muito, mas há os que não deixam nada.
Esta, é a maior responsabilidade de nossa vida e prova evidente de que duas almas não se encontram por caso” (A. de Saint-Exupéry)


"Fiquei magoado, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te." Friedrich Nieztsche

"E se me achar esquisita, respeite também, até eu fui obrigada a me respeitar." Clarice Lispector

"O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são." Friedrich Nieztsche

"A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo."

"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca." Clarice Lispector

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