domingo, novembro 26, 2006

Homenagem carioca!


A semana passada, amigos queridos, sambistas ferrenhos, nossos personagens pitorescos do mundo do samba foram ao berço dos menestréis. Rumo? Ao Rio de Janeiro. Eu, mais um vez não fui... buááá´
Mas meu instinto de preservação falou mais alto. É, início de gravidez, viagem de ônibus sabe-se lá quantas horas foram... o fardo seria demais para mim. Fora se aventurar por lá.
Portanto, acenei. Desejei uma ótima viagem para eles e torci que se divertissem 'aos montes'! Para a minha surpresa, depois de uma semana, chegaram e BB logo me enviou o que a Porta-voz do samba havia aprontado!
Não estive no Rio...mas a minha turma, festeira, lembrou da Satélite, aqui! Pediram para o puxador da escola de samba da Império Serrano erguer um mini-cartaz com meu nome. Ele cantando a música "Canto das Sereias", suspendeu, na esportiva, enquanto cantava o cartaz que dizia: "Fabi".
Amada! Que lindo! eu ainda achei que fosse a minha xará BB! Era eu genteeeee! Uhuuuuuuuuu!
Valeu Porta-Voz!
Valeu amigos!
Sem vocês, este mundo não teria graça...
Amo vocês

quinta-feira, novembro 02, 2006

Meus amores...

Domingo gostoso. Risos infindáveis, beijos incomparáveis... afeto... pele....
Nosso filho que vibrou! Tantos carinhos que, segunda-feira(30/10), dia da eco, a sua felicidade era plena que até seus movimentos eram graciosos. Uma espécie de 'nado sincronizado' onde houve até um aceno! Um amor!
E as vovós ligaram...(hi hi hi)

Te amo Ale, muito...

"Se a luz é o primeiro amor da vida, não será o amor a luz da vida? O amor é a única paixão que não admite nem passado nem futuro. Poetas são todos aqueles que amam e sentem as grandes verdades e as dizem, e a verdade das verdades é o amor".

Indicando....

Indicando, mais um vez, palavras de certos terráqueos que carregam o dom de dissecar o que, a maiorias das vezes, o mundo feminino não enxerga. Vela a pena ler:


Martha Medeiros
29/10/2006
Qualquer um
As mulheres estarão dando chance para o homem que parece ser um "qualquer um" demonstrar que não é apenas um qualquer?A reclamação é antiga, mas continua vigente: mulheres se queixam de que não há homem "no mercado". Acabo de receber um e-mail de uma delas, contando que faz parte de um grupo de mulheres na faixa dos 35 anos que são independentes, moram sozinhas, trabalham, falam idiomas, são vaidosas, têm cultura, fazem ginástica e que, mesmo com tantos atributos, seguem solteiras e temem não haver tempo para formar a própria família. No finalzinho da mensagem, descubro uma pista para a solução do problema: "Apesar de o relógio biológico estar nos pressionando, não queremos procriar com qualquer um. Queremos um cara bacana para ir ao cinema, almoçar no domingo, viajar nos finais de semana". Claro. Quem não quer? Não há problema nenhum em ser exigente, em querer uma pessoa que seja especial. O que me deixa intrigada é que há mais probabilidade de você encontrar "qualquer um" do que um deus grego com um crachá escrito Príncipe Encantado. Então me pergunto: as mulheres estarão dando chance para que este "qualquer um" demostre que está longe de ser um qualquer? Sou capaz de apostar que a maioria das mulheres, no primeiro papo, já elimina o candidato, e quase sempre por razões frívolas. Ou porque o sapato dele é medonho, ou porque ele não sabe quem é Roman Polanski, ou porque ele gosta de pizza de estrogonofe com banana, ou porque ele só gosta de comédia, ou porque ele mistura steinheger com cerveja, ou porque o carro dele é um carro do ano. Do ano de 1991. Imagina se você, proveniente de uma família estruturada, criada dentro de padrões de bom gosto, com qualidades encantadoras, vai se envolver com este... com este... com este sei-lá-quem. Pois o "sei-lá-quem" pode ser, sim, aquele cara bacana que levará você para almoçar no domingo, mas você tem que dar uma mãozinha, minha linda. Recolha seus pré-julgamentos, dê umas férias para seus preconceitos, deixe seu orgulho de lado e saia com ele três, quatro vezes, até ter certeza absoluta de que o sapato medonho vem acompanhado de um caráter medonho, de um mau humor medonho, de uma burrice medonha. Porque se o problema for só o sapato e a pizza de estrogonofe, isso se dá um jeito depois, ele não há de ser tão inflexível. Aliás, e você? Garanto que também não sai pela rua com uma camiseta piscante anunciando Mulher Maravilha. Ele também vai ter que descobrir o que há por trás da sua ficha estupenda, e vá que ele implique com as três dezenas de comprimidos que você ingere por dia, com sua recusa em molhar o cabelo no mar, com sua fixação por telefone ou com os seus sutiãs do ano. Do ano de 1991 também. Esta coisa chamada "história de amor" requer um certo tempo para ser construída, e as que dão certo são aquelas vividas com paciência, com o espírito aberto e geralmente com qualquer um que consiga romper nossas defesas e nos fazer feliz.
martha.medeiros@zerohora.com.br
Disse:
"- Cheguei a conclusão que não consigo me imaginar longe de ti. To acreditando que é carma..."

É.... eu também!

Leve

Algo sugou-me com todas as forças. Seca...senti-me falida nas tentativas a sobreviver... E o sol raiou e reergui, inexplicavelmente, do chão... E, como uma avalanche, minha vida mudou. Meus olhos estão abertos, estou leve...
Bondade as vezes, pode ser demais... E, como disse certa vez BB "de vez em quando é bom ser egoísta!"
Hoje estou leve!
Por enquanto fico com esta frase:

"Que o breve seja de um longo pensar.Que o longo seja de um curto sentir.Que tudo seja leve de tal forma que o tempo nunca leve." (Alice Ruiz)

2007, adiantado!!!

Toda proximidade de ano novo, providencio uma faxina geral, de papeis, documentos antigos, jornais, revistas, roupas e calçados que não usei e não usarei mais. Tratei logo de despachar. A limpeza foi geral. Tudo graças a nossa adorável Ilionara, virginiana nata, membro de sentimentos impagáveis das famílias Carvalho e Fernandes.
Ela, propôs dar uma geral no meu guarda-roupa trocando, inclusive, todos os cabides dele. Tudo para ficar alinhado cor-a-cor, detalhe por detalhe, inclusive simetricamente. Deixei nas mãos o apartamento para esta amada integrante.]
O detalhe é que a ‘arrumação’ durou quase uma semana!
Para a minha surpresa(pois eu saia do ap para trabalhar) é que, Ilionara botou abaixo meu lar. Não só arrumou o guarda-roupa como alinhou um a um cada apetrecho solto pela casa INTEIRA. Se encontrava uma agulha de costurar no banheiro, Ilionara ia direto recolocar o objeto, para a caixa de corte & costura. Remédios foram analisados, um a um. Os que estavam fora da validade foram direto para o lixo.
E por aí foi... Neste dias que seguiram de árdua mudança, senti que, quando abria a porta do apartamento, lembrava algo como mostra Casa & Cia. O detalhismo da cortina lavada, do forno livre de qualquer ‘célula gordurosa”, chão, prateleiras da cozinha...apetrechos nas suas devidas tribos fizeram que eu tivesse um crise de choro.
Calma gente!
É que estou chorona mesmo!
Nunca vi minha casa tão alinhada.
Não que fosse uma baderna! Não! Longe disto!
Mas as gavetas eram depósitos de meus colares, carteiras não mais usadas, algodões... tudo. Hoje, está tudo mudado... E os documentos, as revistas e reportagens que tinha a mania de imprimir e guardar, foram, também, jogadas fora. Inclusive fotos que não pertencem e não pertencerão mais no meu futuro. Tudo para o lixo.
Em média, 5 a 8 sacolas, por dia, iam fora de minha casa! Dei muitas coisas e joguei outras fora.
Vou entrar 2007, adiantada, livre de fragmentos do passado, de objetos inúteis e de detalhes sem nexos!
Rumo para uma futura casa que estará cheia de vida!
Xô passado! Xô lixo de palavras... Estou plena! Isto que importa!
Valeu Ilionara. Sem você não sei o que seria daquela casa... Com certeza não teria a percepção ultra que tivestes, muito menos a rapidez...Talvez levasse meses para dar conta de tantos detalhes... Isto que meu médico proibiu qualquer esforço brusco...
Deixou aqui, meu agradecimento a ti! És nosso eterno anjo da família Carvalho e Fernandes!
Beijo, meu de do bebê!

Tombo

Todos pedem para abolir os saltos altos do meu vestuário... Né que terça, 17/10 eu levei um tombo? Virei o pé legal com uma plataforma minha. Óbvio, que eu tinha de cair agora. É sempre assim. Quanto mais tememos mais acontece... Não sabia o que era levar um tombo há mais de sete anos. O vou cair logo grávida? A sorte que não aconteceu nada de grave com o meu bebê. Mas o susto, a raiva de ter caído fez com que eu chorasse muito... nossa...Neste dia perdi a noção tamanho o meu choro... Juntou tudo neste dia e o tombo fechou com chave de ouro. As cólicas na madrugada foram mais devido ao meu estado nervoso... Passei dos limites! Agora estou aprendendo a lidar com o imprevisto e administrar o meu nervosismo. Isto se meus hormônios ajudarem...