sexta-feira, março 25, 2011

Palavras inesquecíveis - verdade ou mentira?

Estava pensando esta semana. Relembrando tantas declarações que já ouvimos na vida. De ex-namorados, de ex-paixonites de adolescência enfim, flertes e paqueras que deram ou nem vingaram as vias de fato. O que venho a falar, não são deles, homens em si, mas sim, das palavras ditas por eles num momento de conquista ou mesmo desabafo.
Mal eles sabem como estas palavras marcam uma mulher. E se o chamego tiver anos de história; este contexto fica mais forte e inesquecível. Os poemas, as narrações, contos e declarações de amor serão sempre mais embasados de fatos vividos fazendo com que a cabeça de uma mulher fique mais confusa. Os homens mal sabem como marcam uma mulher – eu sou a prova que muito já senti isto ou temi ser a “tôla” da vez, por acreditar!
Sim! Acreditar.
Num mundo tão chavecado de verbos sem alma, sem pudores e egoístas como filtrar a veracidade? Só um caso de "Freud com Carpinejar" rsrs
Fabrício Carpinejar, para mim, tem sido o meu autor favorito em suas opiniões sobre relacionamentos, coração e comportamento.
Onde sai a verdade portanto, destas palavras soadas dos homens, por exemplo?
Um mistério; reconheço...
E lembrando agora; pior ainda se estivermos carentes; o impacto e defesa são piores.
Porque na carência, o silêncio atormenta a nossa paz. Vem a insônia e as lembranças. Uma explosão surge no coração e na memória. Ficamos com aquilo latente e ecoando em nossos pensamentos. Ficar fora do ar só relembrando aqueles verbos confessados e aqueles olhos nos olhos. Acuda meninas!
Difícil manter algum sentido fechado e somente movido pela razão. Pele, olfato, olhar... tudo se enlaça e embola de tal forma que aí sim, perdemos o correto. Temos que ficar fortes para ouvir tantas verdades misturadas a inverdades. Até porque onde acreditar que o homem está sendo sincero em suas palavras? E se este momento já vem regado de históricos de mágoas e decepções acreditar vira quase que um milagre.
Digamos: ele pode ter se arrependido?
Pode...
Com certeza pode.
E provar que se arrependeu?
Se estas palavras soarem por uma ligação fica mais difícil - ainda - em acreditar. Agora um encontronão haverão chances de fugir. Escapar de braços que parecem polvo, sentir a pressão dos corpos e perceber que não há saída a não ser olhar nos olhos... E se estes olhos irem a fundo os teus.... as cartas serão realmente postas na mesa.
Olhos não mentem.
Não mentem...
E se aquelas palavras ditas chegarem junto a este olhar imediatamente acionará o seu coração. Aí caros amigos...renda-se a Vida! Chegou a hora de se render!
Blecaute no mundo aí fora e derreta-se por aquele beijo sedento de volúpia...
Renda-se as palavras repetidas e insistidas!
Renda-se a todas elas verbalizadas de que você é única e literalmente a mais marcante da vida dele; que você é(e será) uma lenda viva e que, nem mesmo o futuro fará ou deixará apagada na memória.
Você é a mulher da vida dele. Você será um marco, uma marca, uma chaga, uma lembrança irreversível e incurável. São histórias, talvez, mal curadas; mal resolvidas onde algo – sabe-se lá o porquê – ficou pendente.
Homens e mulheres são atingidos por isto. São as famosas ‘cargas de vida’ de quem já avançou uma pouco a idade da mocidade e chegou aos 30, 40 anos com históricos de relacionamento marcantes. Eu só penso que: a mulher por ser mais complexa, mais intensa perde-se nesta dinâmica da razão e do sentimento porém temos algo tão mágico que está para nascer o homem que nos entenderá. Mulheres são cometas!
Voltando ao que conto a vocês aqui, aquelas promessas, as declarações de amor são muito bem guardadas na vida de uma mulher. Eu sei, eu sei...homens também são assim. Pena que a parcela seja pequena.
Então fica aqui meu parecer, algo que penso e até sinto. Pois eu sou uma que nunca esqueci momentos que vivi. Já ouvi frases como esta ‘Não adianta escapar, tu me ama e eu também te amo”! E não era verdade(ou era?).... Dá para acreditar? Pra mim ainda é um mistério.
Nestas horas é que perdemos a bussola da força, da razão e nos entregamos como presas fáceis e frágeis... Eu fraquejei um dia justamente por guardar este cofre de palavras ditas. Não estou sozinha nesta barca: Ouço e vejo casos assim também.
Histórias lindas de amor e com marcas incríveis!
u fiz a minha história um dia e vos digo:
- Eu não morri por amar!
Aprenda a lhe dar com estas lembranças, a ponderar, olhar de fora ou fingir ser verdade - e se for real, comemore com esta pessoa. Mas não deixe e nem interrompa a sua vida e seus projetos porque houveram estas palavras declaradas ou reconhecidas.
Sou da premissa que, não agredindo nossa realidade e nem ludibriando nosso futuro; que mal tem em acreditar numa declaração de amor?
PESO E MEDIDA SEMPRE.
E se ele foi embora da sua vida - e mesmo assim suas palavras ainda ecoam em sua memória; simples! Cuurtaa!
SAIBA QUE VOCÊ VIVEU!
O ditado já diz "quem nunca ambou não sabe o que é viver; conhece apenas a espuma da vida. Amar é navegar além da costa é ousar o mar largo e profundo..."

quarta-feira, março 23, 2011

Três mosqueteiras e seus mosquitinhos

Teresa Cristina canta “Pagar pra ver e ver a vida ensinar” une sua bela voz com conhecimentos do destino.
Esta música me inspirou a falar, hoje, sobre este sentimento: a amizade. Aqui no Sul eu, Lica(Liana, de azul) e Dani(Soneca, de branco) brindamos sempre este laço afetivo - que perdura desde os tempos de academias – com muita alegria e verbo no gogó!
Ninguém imaginava que uma amizade de academia fosse durar tanto.
O esporte nosso?
Capoeira do Grupo Nação – atualmente conhecido como Camboatá.
Conheci estas meninas em meados de 1995/1996 pelo bairro Menino Deus. No começo éramos apenas companheiras do "chêquénden”.
As rodas de capoeira fascinaram ambas por existir uma espécie de “mandala humana”(a roda) que representava uma fonte de energia; mais a vestimenta branca que soma a união de todas as cores. E junto a tudo isto vinha o canto imantado de uma história de séculos que ecoa – até hoje – pelo grito da liberdade e da igualdade da raça negra. Não tinha como não se apaixonar por algo que envolvia esporte, energia, música e história! E foi neste cenário que nasceu este sentimento puro, de “irmãs de outras vidas” que nós temos uma pela outra. Três mosqueteiras regadas de sonhos, aventuras e vontade de viver e amar! Tropeços e comemorações; cada qual com enredos fortes de existência. Nas ingazeiras abençoadas por Mestre Bimba e Pastinha ganhamos o prazer de até hoje nos encontrarmos!

E o melhor!
Cada uma com sua leva de filhos.
Eu tenho só o João Vicente que está prestes a fazer 4 aninhos.
Já Lica tem três lindos filhos: Vitória – uma moça linda que vi nascer, Santiago – o adorável “Boo” de quase 6 anos e Camila – minha norinha linda de 2 anos.
E a Dani, nossa Soneca, tem o Rafael de quase 5 anos e agora espera - para junho - a vinda de uma linda menina de nome, Larissa! Perceberam a escadinha dos meninos, nossos filhos? Eles são super unidos! Amam estarem juntos. Adoram uma farra e lamentam quando chega a hora da despedida. Enfim, somos as Três Mosqueteiras com seus adoráveis mosquitinhos! he he he
Para mim não tem maior e mais compensador prazer do que ver um filho feliz.


E o João Vicente quando está com eles fica radiante! É isto aí gente. Bateu a vontade comemorar a Amizade aqui no Satélite. Graças a Deus sou abençoada com estas amizades não só das mosqueteiras mas de outras pessoas especiais que um dia vou dividir com vocês aqui também. Meu objetivo foi mostrar o que um samba aí da vida diz A amizade nem a força do tempo irá destruir! Somos verdade”. Valeu por vocês existirem, amigas!
*Fotos deste domingo - 20 de março de 2011.

terça-feira, março 22, 2011

Eu voltei!


Muito relapsa com este blog. Não sei se são as correrias do dia-a-dia, se são o meu aperfeiçoamento com as redes sociais das quais fiquei fiel; ou trabalho com cotas; trabalhos maternos, obrigações de cidadão, funcionária, filha e mãe. Junta e mistura tudo com minhas confusões: dá eu aqui!!!! Eitcha! As contas a pagar, carro com pneu furado onde constatei, nestes tempos, o mistério geral: o roubo do meu estepe do carro! Sei que meu Satélite vagou por um tempo aí na órbita da abdução e hoje estou dando uma puxadinha nele. São muitas idéias, muitos assuntos. O que me impede é este meu jeito de abraçar o mundo com as mãos e achar que posso tudo onde não posso nada! Então resolvi passar aqui, para avisar meus amigos blogueiros e leitores amigos que voltei! Eu voltei! Rsrs Voltei pra ficar. Pra falar de coisas engraçadas, fatos lamentáveis e divagar o coração. Como diz Roberto Calos: Se chorei ou se sorri; o importante é que emoções eu vivi!
Até amanhã!
Satélite Abduzido

segunda-feira, março 07, 2011

Ping-pong no blog da Emiliana



A idéia é bárbara. Escolhido o amigo(a) blogueiro(a), esta enigmática mulher de nome Emiliana nos convida para uma entrevista ping-pong. Ali são designados um número x de perguntas, com direito a revelar sua música preferida. Eu tive o prazer de ser a escolhida da semana!
Então, meus amigos blogueiros eu ficaria muito grata e feliz se vocês acessassem e(porque não) dessem a sua opinião para este blog recheado de 'impressões' como ela mesmo costuma dizer. O blog da Emiliana passa aquela sensação de mulher 'casa cheia', mulher "devassa"(tá no último grito este nome), mulher brasileira, mulher do verbo. Enfim, é m blog pra festejar e sindicalizar! Visitem, leiam ou melhor; a sigam! rsrs

Cliquem neste endereço abaixo a entrevista ping-pong! Achei o máximo isto. Obrigada Emiliana pela oportunidade!

http://historiasdeemilia.blogspot.com


http://historiasdeemilia.blogspot.com/2011/03/ping-pong-com-fabiana-fernandes.html


sexta-feira, março 04, 2011

Sentido

Amigos, que bom poder voltar e contar novidades. De repente não tantas como gostaria. Posso adiantar que a palavra “férias” não condiz somente a mar e viagens. Férias é buscar a paz de si mesmo, recuperar muitos sonos perdidos, ver aquele despertador do quarto adormecido, ter liberdade para colocar tudo que ficou pendente numa casa, ou na saúde, na beleza e até mesmo no amor. Vocês não acham? As vezes costumo brincar que o dia poderia ser mais que 24 horas.
Nestes tempos deu para constatar que meu filho tá crescendo muito rápido. Não é mais um bebê; é um meninão, travesso, artista, ladino que está sempre buscando se aventurar como qualquer super herói que conhece. E eu tenho que apartar com ‘não’s”. Quem é mãe sabe do que estou falando. . Menino, né? Mães que tem filhos meninos sabem o quanto eles são ousados, agitados...
E foi com o elemento água que curti. Água. como meu mantra de paz interior. É tão bom.... como eu me inspiro, como eu me renovo e como eu me revigoro!. Lembro de tudo que já passou e comemoro tudo que já conquistei e que falta pouco pra conquistar. Eu acredito muito nos meus sonhos. Eu não pude estar perto do mar como gostaria... Gripada...depois muitas chuvas aqui no Sul que impediu muitos projetos que havia feito. Uma pena, pois mar é minha energia! Fico horas contemplando ele e tenho a capacidade de planar num imaginário só meu quando ouço e sinto o mar. Saio do ar literalmente.
Agora de volta a Terra. Meu Satélite buscará o melhor para dividir com vocês! Voltei gente.
E já adianto alguns tópicos:
Andei recebend o algumas perguntas sobre relacionamento. Estou ou não estou namorando?
Não.
Não namoro ninguém(bem que gostaria...).
Neste ‘time’ meu curto esta necessidade de minha liberdade. Não pra zoar...mas para me situar pois por muito tempo fui muito confusa em meus sentimentos. E também o meu filho tão pequeno... Meu filho precisa de mim e agora ele me dá sinais que gostaria de ter uma companhia com a gente – apesar de ser ciumento ao cubo.
Difícil é garantir isto pra ele. Pois acredito na premissa de que, ‘quando é para ser; será”.
Por enquanto me reservo a esta blogueira/mãezona e sempre apaixonada. Paqueras existem. Quem não paquera, né? Não tira pedaço, não faz mal a ninguém e ainda faz um beeem para os olhos. Eu ando por este clima e estou adorando.
Agora vem o carnaval e buscarei nos meus devaneios das palavras, nos livros e até em meus sonhos relaxar e esperar...
Deus sabe de minhas orações!
INTÉ AMIGOS!
Aproveitem!


*Foto do mar: Natália Fell