quinta-feira, julho 22, 2010

Minha marca



Isto aqui é a minha marca, a minha honra! E nestas férias eu estou me fortalecendo mais ainda no que busco para mim! Minha fé e meus sonhos! Minha família e tudo que sonho e busco alcançar!
Um pouco de mim:


"Eu tenho a marca da promessa...Se tentam destruir-me, zombando da minha fé e até tramam contra mim...Querem entulhar meus poços, querem frustrar meus sonhos e me fazer desistir...Mas quem vai apagar o selo que há em mim, a marca da promessa que Ele me fez, e quem vai me impedir, se decidida estou, pois quem me prometeu... É Fiel pra cumprir!! O meu Deus nunca falhará, eu sei que chegara minha vez, minha sorte Ele mudará, diante dos meus olhos..."





Ah... quando eu quero... rá! Eu CONSIGO!

sexta-feira, julho 16, 2010

O amor e o tempo...

Estes tempos, com minhas amigas, estávamos debatendo sobre amores. Amores que ficaram, amores que marcaram, amores que traumatizaram e amores que poderão nascer. Fiquei estática quando vi a minha amiga baixando a cabeça, apoiando o cotovelo na mesa e colocando a mão no rosto com ar de lamentação. Foi então que falou: “ Não acredito, o amor me pegou gurias...”
Aquilo entrou como um foguete na minha mente: ‘O amor me pegou gurias !!!’. Eu senti, na expressão dela, algo como se estivesse feliz por estar amando; mas também como se tivesse triste pois o amor estava já imantado na sua alma e poderia fazê-la sofrer. Detalhe: ela já é uma mulher escaldada de amores passados. Provavelmente aquela cena, aquela frase ficou adormecida no meu subconsciente que, na calada desta noite, lembrei das palavras dela; e surgiram um paradoxo do que eu vivi com a minha realidade de hoje. Lembrei de como é bom amar, mas também como é perigoso. O risco de sofrer é algo aterrorizador em meus medos. Perdermos as forças por amar, ficamos vulneráveis, esperamos tudo: carinho, ligações, declarações, promessas e momentos juntos. E nem sempre isto acontece. E foi neste silêncio noturno que revi um filme. Fatos, lendas e situações tão fortes que não há tempo que apague. Meu futuro é indeciso e o meu presente é confortável. Só tem um detalhe que me consome: E eu vivo de amor! Meu Deus... Amor, que palavra mais louca!
Um sábio compositor divagou num samba: ‘se perguntarem o que é o amor para mim; não sei responder; não sei explicar ... até hoje ninguém definiu o que é o amor”!
E eu tenho isto muito louco dentro de mim. Eu também não sei. Porém eu vivo de amor. Eu sou uma mistura de todas os autores que li sobre esta poderosa palavra. E aonde eu peco? Na confusão... Sou uma confusão.

Eu tenho uma filosofia do Paulinho da Viola muito latente no meu jeito de viver. Segundo o lorde do samba - que é um amante dos relógios - o amor tá conectado com estes ponteiros que navegam no tempo e num mar sem fim – ou rio quem sabe; “Foi um rio que passou em minha vida e o meu coração se deixou levar”. O relógio tem uma conotação bárbara com o Tempo. Sim! O tempo e suas metáforas! Nas músicas do mestre o tempo, o relógio, o rio e a saudade andam juntos. Tem adeus, tem rio e tem mar... Mar é inspiração. E bem no estilo Paulinho da Viola esta eu na calada da noite. Eu a divagar, eu a navegar... Era o meu passado, presente e futuro em transe dentro de mim, uma espécie de livro secreto de minha alma. Fiquei a olhar para o nada. E o nada(do nada!) abriu-se um zoom incrível de passagens de minha vida. Bateu a saudade de fatos engraçados, bons e gostosos. Depois veio meus projetos meus sonhos e meus medos de errar novamente. E foi isto que vi naquele gesto da minha amiga. Céus! A Vida é um bem tão precioso que preciso aproveitá-la ao máximo; pensei. Não há mais tempo a perder. É um alívio poder enxergar horizontes sem sofrer pois acredito que amor é para nos fazer feliz, e não o contrário.
Mesmo que eu sinta saudades onde precisar eu solicito o vento para me desafogar, mesmo que se houver maremotos de lembranças e imagens que invadem minha concentração; eu tenho a paz do meu lar, o sorriso de felicidade do meu filho e mesmo que a mágoa ou a angústia de não poder resolver o mundo com minhas próprias mãos, mesmo assim, eu prefiro o meu hoje do que a tormenta do meu passado. "Viver não é esperar a tempestade passar...é aprender como dançar na chuva."
E definitivamente, eu danço nesta chuva!

quarta-feira, julho 14, 2010

MÃE URSA!

Trinta dias de descanso.
Nome?
Licença prêmio.
Para quem não conhece, em serviço público, este nome se condiz a isto: Cinco anos trabalhados(sem nenhuma falta) ganha, por merecimento, três meses de férias. Nestes três meses de direito que o servidor tem, não se pode vender as férias, muito menos converter em tempo de serviço. Portanto, tem(sim) é de usufruir seus direitos! Eu estarei usufruindo uma das minhas licenças neste inverno partir do dia 19 de julho. Trinta dias de molho e trinta dias de folga deste choque térmico em ter que tirar o João Vicente do quentinho da cama para levá-lo a creche. É um pecado pra ele. Fora os surtos de gripe A e alfabeto, no geral de viroses.
Aqui no Sul é um frio danado gente! Nem sol ajuda! Vai para o sol se esquentar; parece lâmpada de geladeira!!!
Segundo a meteorologia do Estado, 2010 vai ser um inverno intenso(temperaturas negativas) e extenso! É um frio cruel e traiçoeiro. Para os asmáticos, pior ainda! E eu e o João Vicente estamos nesta tribo dos alérgicos.
Então eu declaro: FEITORIA!
Resguardar meu filho do gélido das manhãs será um alento para o meu coração de mãe que perdeu de vistas quantas bronquites ele adquiriu, quantos(e quantos!) antibióticos já ingeriu e até pneumonia ele já teve. É um direito meu de mãe, e dele de filho! Agradeço a Deus por ter esta oportunidade. Quisera que todas as mães(que são mães mesmo, né?) pudessem curtir mais os seus filhos.
Está chegando a hora!
A hora de brincarmos na cama e assistirmos muitos filmes embaixo dos cobertores! E de presente muitas sopinhas(tudo com moderação, é claro! A "ursa mór" aqui está de dieta)!
Ursa-mãe!
Este é o lema!

quinta-feira, julho 08, 2010

Filhos - eternos bebês em nossos corações

Tenho sofrido para acordar meu filho, todas as manhãs, para ir a escolinha(creche) que fica ao lado do meu trabalho. Desde bebezinho tem sido - ou sei lá se fui permissiva demais pra deixar ele assim (na boa, nem sei mais!) trabalhoso fazê-lo dormir cedo.
Tentei várias técnicas do tipo: sem luz no quarto tv desligada ou de dar ‘bainho’ a noite antes de dormir.
Em todas, ele me deu a curva!
Ele definitivamente não gosta de dormir cedo.
Seu horário é sempre depois das 23h. E fez com que ele relute em acordar cedo pela manhã. Eu começo cedo no meu trabalho que há um ano fez uma reforma na carga horária. Rezo para que resgatem o antigo horário dos funcionários pois o novo horário só repartiu o laço com nossos filhos, aumentou os gastos e em nada serviu para aproveitamento e rendimento de serviços. Pelo contrário, só revoltou; Trabalho há quase 18 anos lá e estou num cansaço sem tamanho. Meu desgaste físico, mental e espiritual está na UTI. E o que mais me corta o coração é ter que insistir para o João Vicente acordar num momento que ele implora para continuar nanando. Tá. Eu sei. Vocês vão me dizer: “ - É a vida, tem que doutrinar!”. Juro! Quem é mãe sabe o quão é difícil educar com regras, horários e “não’s” e, também, ao mesmo tempo, como é bom anunciar a famosa exclamação ‘estou de férias”! Vibramos pois temos a oportunidade de ficarmos mais(e mais, e mais, e mais!!!) próximos de nossos filhos.
Hoje foi um dia diferente. Tentei acordar ele inúmeras vezes, aí com as quedas climáticas tive a proposta dele ficar com minha mãe e primo. Perguntei a ele, que estava na cama todo encolhidinho se ele queria ir na creche(dãã! Óbvio que não rsrs). Num gesto fez um ‘não’. Ele escutava, mas seus olhinhos permaneciam ferrenhamente fechados. Ele aceitou com o movimento suave do seu rostinho para, sim, ficar com a vovó dele. Aquilo me comoveu de um jeito tão profundo que sai marejada do quarto. Aquele menino dormindo. Meu Deus! Meu filho.... Observando ele, nos seus três aninhos de vida, percebo que aqueles olhinhos serenos e fazendo beiçinho permanecia com o mesmo rosto de quando ainda era recém nascido.
Sim! Tive esta imagem, esta sensação que lembrou ele com poucos dias de vida. Senti, em meu coração, que o meu bebê que tá hoje com seus 91cm 'de altura' ainda tinha a carinha de um recém nascido. E acho que, quando ele completar seus 16,20 anos eu ainda vou olhar com esta surpresa de mães. As feições, tudo lembrará quando eram recém nascidos. Mesmo grande, ele ainda será o meu eterno bebê!

Vai entender....


Morar no Rio Grande do Sul implica em convivermos, diariamente, com as notícias do tipo ‘uma frente fria chega ao Estado nesta madrugada. A massa de ar polar vinda da Argentina e blá blá blá...” Por aí vai. Os hermanos soltam suas bolhinhas de gelo que são conduzidas pelos ventos e oceanos. E nós? Haja pulmão e remédios para tantas ‘ites’ - rinites, sinusite e bronquite. É uma sinfonia de fungadas e espirros alérgicos. O corpo do gaúcho é um termômetro humano louco. Ontem quase trinta graus na cidade – diga-se em pleno inverno – e hoje já começou com as temperaturas despencando. Do nada, surge o sol e a temperatura sobe. Asmáticos! Vamos nos unir e morar na Bahia! Rsrs Bah, tchê! Não existe mais o ‘ensacar’ de roupas de verão no inverno ou ensacar roupas de inverno no verão! Aqui é uma salada mista climática. E o pior: é oito/oitenta. Não existe ‘pouca coisa’. É pra doer a peleia!

quarta-feira, julho 07, 2010

Sinais positivos


Olha, sou uma ex-fumante e posso falar os transtornos sociais que um cigarro faz – não entro no mérito do “Ministério da Saúde adverte” que este papel não é comigo aqui no blog. Cá entre nós, é muito chato o cigarro. Até quem fuma sabe o indigesto cheiro de cinzeiro que fica nas roupas, cabelo e pele.. E as pessoas na volta, que nada tem haver com as suas baforadas, tem que ficarem quietinhos ou pior se afastarem. Xarope; como diz meu amigo. Eu sofri muito com esta ‘consciência pesada’ do cigarro, com a minha saúde e por tudo que conspirava contra. Pra quê, né?
Parei e hoje li esta notícia positiva: A lei antifumo em São Paulo já deixou o ar da cidade mais limpo! Esta regra quebrou com o ‘oba-oba’ das baforadas em bares e restaurantes enfim, em lugares de ambientes fechados públicos. Um estudo feito pelo Instituto do Coração revela que a restrição diminuiu a concentração de monóxido de carbono em 73,5% nos ambientes dos estabelecimentos.
Veja só que resultado bacana! Fiquei muito feliz em ler isto. Se todo mundo pudesse parar de fumar. Bah, o mundo de todas as formas agradeceria.