sexta-feira, junho 26, 2009

Uma consequência...




Não se fala em outra coisa...deram um tempo no Obama, no Lula, em gripe suíne, aviária... frio... Ontem, hoje, amanhã e nos próximos dias vamos ler muito sobre o mistério da morte de Michael Jackson. Este, um pop star que, ontem, após os jornais oficializarem a sua morte gerou uma pane na internet. A procura foi tão grande sobre a vida do cantor que causou um caos cibernético travando inclusive sites famosos como o Google.
Lamentei.
Lamentei, mesmo, a sua morte pois ela é fruto da conseqüência exacerbada da exposição de sua vida pessoal e profissional. Consequência de não impor limites financeiros ao oásis da luxúria, consequência da baixa auto-estima em não aceitar a sua cor – enfim, sua origem, e também(ajudando a somar), consequência por ter uma infância cravejada de traumas e seqüelas que vieram a sobressair de forma esquizóide na sua vida pessoal.
Falo de tudo.
Morreu com tantas manias estranhas.
Entre algumas delas.... Dormir em câmara de oxigênio, plásticas e mais plásticas para afinar o nariz, assédio sexual de menores e brincando de atirar seu filho pela janela para os jornalistas registrarem. . Tantas coisas: luvas, máscaras...
Foi esta fraqueza de espírito em conseqüência de tudo que falei, aqui, que o levou a sua morte. Ninguém sabe do amanhã, somente a Deus cabe o nosso destino.
Michael, tentando superar uma milionária dívida, maquiada na mídia, fazia ensaios para uma mega turnê. O sinal de que algo em sua vida estava mal foi o adiantamento destes shows e uma queda em um dos ensaios.
Desta queda fala-se do consumo exagerado, de Michael, por analgésicos.
Ficou a marca. Ficou o nome .... Michael morreu novo. Cinqüentas anos é metade de uma vida, embora tenha tantas parafernálias de filtro solar, máscaras, luvas, cirurgias, remédios e mais as esquisitices ocultas que ainda descobriremos, Michael se despediu. Sua missão terminou ontem dia 25 de junho de 2009. Fica com Deus!


sexta-feira, junho 19, 2009

Em caso de despressurização...


Poxa...nunca imaginaria que um texto da Martha Medeiros caisse como uma luva, na atual situação em que passo. Mas é bem assim.... Quando menos esperamos! Pimba! Uma surpresa!
Aprendi que devo resolver a minha casa interna se é que aspiro ser feliz mais do que já sou. Portanto, busquei forças para esta mudança interior. E, acreditem, muitos sinais me foram dados... Tudo! Frases que li, atitudes que vi e ouvi, palavras de fé e perseverança. Espero que realmente eu esteja saindo da "conchincha", pois muitos fatos lindos acontecerão se eu me permitir voar. E acho que encontrei o caminho certo. Então, lendo esta reflexão de Martha, resolvi postar aqui...Leiam e reflitam... Algo muito interessante está neste texto.




Em caso de despressurização...
Martha Medeiros

Eu estava dentro de um avião, prestes a decolar, e pala milionésima vez
na vida escutava a orientação da comissária:
"Em caso de despressurização da cabine,
máscaras cairão automaticamente à sua frente.
Coloque primeiro a sua e só então auxilie quem estiver ao seu lado".
E a imagem no monitor mostrava justamente isso,
uma mãe colocando a máscara no filho pequeno, estando ela já com a dela.
É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas
as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma.
Um instinto natural da fêmea que há em nós.
Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica:
como poderíamos ajudar quem quer que seja
estando desmaiadas, sufocadas, depressurizadas?
Isso vem ao encontro de algo que sempre defendi,
por mais que pareça egoísmo:
se quer colaborar com o mundo, comece por você.
Tem gente à beça fazendo discurso pela ordem e reclamando
em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada.
Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter
uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde,
não se interessam por cultura e informação
e estão mais propensos a rosnar do que a aprender.
Com a cabeça assim minada,
vão passar que tipo de tranqüilidade adiante?
Que espécie de exemplo?
E vão reivindicar o quê?
Quer uma cidade mais limpa,
comece pelo seu quarto, seu banheiro e seu jardim.
Quer mais justiça social,
respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa.
Um trânsito menos violento, é simples:
avalie como você mesmo dirige.
E uma vida melhor para todos?
Pô, ajudaria bastante pôr um sorriso nesse rosto,
encontrar soluções viáveis para seus problemas,
dar uma melhorada em você mesmo.
Parece simplório, mas é apenas simples. Não sei se esse é o tal
"segredo" que andou circulando pelos cinemas e sendo publicado em livro,
mas o fato é que dar um jeito em si mesmo já é uma boa contribuição
para salvar o mundo, essa missão heróica e tão bem intencionada.
Claro que não é preciso estar com a vida ganha para ser solidário.
A experiência mostra que as pessoas que mais se sensibilizam
com os dilemas alheios são aquelas que
ainda têm muito a resolver na sua vida pessoal.
Por outro lado, elas não praguejam, não gastam seu latim à toa: agem.
A generosidade é seu oxigênio.
Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa,
tanto a parte boa quanto a parte ruim da nossa história,
salvo fatalidades do destino e abandonos sociais.
E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo,
ao contrário daqueles que apenas viram uns chatos.
Portanto, fazer nossa parte é o mínimo que se espera.
Antes de falar mal da "Caras",
pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca.
Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de
não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente.
Reduza o desperdício na sua casa.
Uma coisa está relacionada com a outra:
você e o universo.
Quer mesmo salvá-lo?
Analise seu próprio comportamento.
Não se sinta culpado por pensar em si próprio.
Cuide do seu espírito, do seu humor.
Arrume seu cotidiano.
Agora sim, estando quite consigo mesmo,
vá em frente e mostre aos outros como se faz .

quinta-feira, junho 18, 2009

Divas e Roberto

Quando me encontrava numa estafa avassaladora de uma gripe recebo este e-mail de uma grande amiga minha, Sônia Dutra.

Para a minha surpresa um take do especial Divas do Roberto Carlos. No piloto automático fui lá e cliquei duas vezes para assistir. Alt + Enter, fones de ouvidos a postos e passei a curtir este vídeo.

Cantoras brasileiras, safras boas, algumas históricas dos veículos de comunicação, estavam lá – num especial lindo, inesquecível:

Elas e Roberto...

Todas, cantando clássicos de sua carreira.

Não existe um terráqueo brasileiro que não conheça esta música “Como é grande o meu amor por você”! Falem de Beatles, Stones, de Tom Jobim a Jonh Lennon, ninguém mexe tanto o coração de uma mulher como Roberto.

Lembro de minha infância, época que ganhar ‘LPs” era somente em aniversário ou festas de final de ano. Era jóia rara ganhar um disco. E, como eu era pequena, vinda de uma época que não tinha este universo de canções infantis, ganhava, portanto, Roberto Carlos de meus parentes e amigos de meus pais. Lembro de ganhar mais de dois ou três LPs em minha infância.

Minha mãe amava. E eu, encantada com aquele disco rodando na vitrola, ouvia. E lá estava esta música. Eu ouvia Roberto. E posso dizer que Roberto Carlos é tudo.

Quem não gosta de falar de amor? Roberto fala, mas fala de modo, tão romântico que não tem como se derreter. Não sei se é da gripe, se é meu efeito mutante pós maternal de me sentir mais sensível, só sei dizer que fui às lágrimas vendo este vídeo. A cada cantora que se declarava para ele em formas vocais das mais lindas e preciosas... lá estava eu chorando. Todas ali.... lindas...divas... Ana Carolina, minha preferida, Nana Caymmi, Adriana Calcanhoto, Ivete Sangalo, Alcione, a alegria vocal de Fafá de Belém, a meiguice de Wanderléia, a malandragem de Mart'nália .... Zizi Possi céus...tantas... Mulheres lindas cantando uma música que se molda em qualquer forma de amor que esta vida, abençoada por Deus nos oferece... amores... amor... amar... Roberto Carlos muito, tudo isto....

sábado, junho 13, 2009





Eu não perdi nada nesta vida! Cheguei a esta conclusão ontem! Não perdi nada pois DEUS É TÃO MARAVILHOSO que me deu um presente! Infeliz de quem julga alguém... infeliz de quem acha que os erros são propositais, são nossos... Destino é destino! Já ri, já chorei, já sofri e já comemorei! Bem-vinda a vida!!!!



E ontem eu ganhei e fui abençoada!



quarta-feira, junho 10, 2009

Relembrando... Carta ao meu filho



Resolvi 'repostar' este texto pois tem gente que disse que procurou, aqui no blog, e não achou. Como eu não tenho uma ferramenta de busca de textos, resolvi fazer isto. Atualizei o que escrevi num caderno de lembranças do meu Chá de Fraldas que fiz em abril de 2007. Relato, na capa deste caderno como meu filho veio ao mundo. Aliás, o caderninho com os lembretes, recordação de minha amigas que compartilharam do chá, sumiu. Gente...foi um tal de 'escreve aqui', 'deixa comigo que termino em casa' que, infelizmente, não sei mais com quem deixei ou onde parou. Uma pena...mas este texto está no meu coração.
Fiz para meu filho entender o porquê veio ao mundo.
E o mais louco foi que, quando escrevi este relato, previ o fim do meu relacionamento, pois desde o começo eu sabia que algo 'muito além da vã filosofia que existe entre a Terra e o Céu' tinha que acontecer. E aconteceu.
Escrevi com o coraçãode uma mulher enfim, de uma mãe...


Para você, meu filho...
Não importa se, no futuro, não terei um conto de fadas com o teu papai . Para mim, o que importa foi este histórico louco, do vai-vem de nossas vidas e que você, João Vicente, representa para mim.



JOÃO VICENTE



É meu filho! Chegou a hora de falar o que há muitos anos pulsa em mim.
Relatar - e confessar para ti - meu amado João Vicente, o quanto eu desejei a tua chegada em minha vida.
Tudo começou, lááááá na adolescência quando conheci uma linda menina de nome Sofia. Ali, conclui que queria um dia, ser mãe. Tinha apenas 17 anos. Idade precoce para idealizar a maternidade. Então, tua mãezinha foi se atarefando com outros quesitos da vida: Estudou muito, respeitou a sua família (seus avós e tios), fez muita festa e descobriu que amava a cultura africanista.
Praticou por sete anos a capoeira e, somado aos ritmos percussionistas, conheceu o samba. Se enfeitiçou de tal forma que, depois de graduada em Jornalismo resolveu mergulhar neste mundo do samba portoalegrense.
O ano? 1999.
Não sabia que, na terra dos pampas, existia uma comunidade com costumes e musicalidade do povo carioca. O Rio de Janeiro era, de certa forma, representado por tribos sambísticas daqui do Sul. Tudo aqui, na tua terra meu filho, Porto Alegre capital que nascestes! Então, meu amor, tua mãezinha era uma aficcionada pelas sons da percussão, mais precisamente, pelo pandeiro.
Foi aí que tua mamãe começou, homeopaticamente, a tocar e freqüentar, de modo maroto e sadio, as respeitosas rodas da velha guarda gaúcha.
Conheceu este mundo e não largou mais.
E veio o ano de 2000.
Era um ano que prometia várias mudanças sociais no país, meu filho enfim, no nosso Brasil. A sociedade-principalmente a carioca, queria dar um basta na violência das ruas. O povo pedia PAZ!!!
A noticia moveu todas as regiões do país.
E, no mês de julho, noticiou-se um movimento que pedia a paz. Aliado a estas notícias nacionais, neste mesmo mês de julho, a tua mãe prestigiou o aniversário de uma sambista muito pitoresca daqui, do Sul. Era o aniversário de sua amiga Anete, apelidada por tua mãezinha de “Porta-Voz do Samba”!
A data da festa?
Sete de julho de 2000.
Filho, era justamente no dia em que o Brasil inteiro se mobilizava para dar um basta na violência. O país pedia Paz, paz e mais paz... Todos os veículos de comunicação pediam naquela noite, que nós, brasileiros e brasileiras, nos vestíssemos de branco e acendendo uma vela branca nas janelas de nossas casas.
Era o protesto que pedia PAZ NO MUNDO!
Fatos e datas juntados à festa de aniversário deu nisto:
A maioria dos convidados presentes estavam de branco no bar!
O cenário ficou lindo.
O branco é a união de todas as cores! O branco é vida meu filho, é paz...
Tua mãezinha estava faceira com tantos amigos à sua volta. Cantava e dançava o melhor do samba.
E, num determinado momento da festa, quando a música do Jorge Aragão tocava, tua mãe deparou-se surpreendentemente com o teu pai.
Algo que nunca saberei te explicar, meu filho. A mamãe levou um susto, do nada, olhando para ele e ficou ali, no meio da pista, petrificada olhando para ele. Congelaram movimentos e ficamos naquele ambiente dançante: dois seres parados, apenas se olhando...enfim, se enamorando enquanto o povo dançava e cantava freneticamente. Enquanto isto eu de um lado e o papai de outro....
Estávamos estaqueados, imóveis.
Foi amor à primeira vista, meu filho. Ou algo que vai muito além de nossas teorias... de outras vidas...
Em seguida teu pai pediu para dançar.
Sem hesitar, dancei.
Conversas foram trocadas, e a paixão tomou conta.
Tua mãe e teu pai estavam, literalmente, envolvidos.
Veio o primeiro beijo e uma despedida que, nem eu nem teu pai saberíamos a verdade do que o destino nos reservava.
Era a despedida de que teríamos que aprender, e muito, com Deus.
Apareceram os encontros, os desencontros e a pausa do destino.
Cada um foi para o seu lado, na virada do ano novo; o ano de 2001. Ali houve uma pausa, do destino fazendo que, tanto a tua mãezinha e o teu pai seguissem caminhos diferentes.
Não era a nossa hora.
Depois de anos... um reencontro.
No começo achei que não era coisa do destino.
Que Deus já havia posto teu pai no meu caminho e que, naquele ano, não teria mais nada a tratar com ele.
Estava enganada.
Tua mãe não sabe explicar o porquê.
Mas relutou em dar continuidade àquela história de amor, que iniciou no dia da paz...
Nada na Vida acontece por acaso.
Nada se programa.
Somos pretensiosos em querer reger nossas vidas.
Esta é a lição que a tua mãezinha aprendeu.
Deus soube a hora certa, para declarar um marco na minha vida.
A “Mãe Natureza” também é sábia e não se engana!
Em 2006, entre acordes e melodias, entre beijos e loucuras veio a surpresa:
Tu estavas concebido e abençoado por Deus, no ventre da tua mãe.
Foi uma surpresa!
Tanto que a tua mãezinha se sentiu embriagada, confusa, com a notícia.
Ninguém decide nosso destino, meu filho!
Temos a benção dos anjos, o aval da natureza e o registro de que Deus(somente Deus!) sabe a exata hora de mudarmos nossas vidas.
Tu viestes para ficar, para me dar muito felicidade, João Vicente!
Viestes para preencher um vazio que cultivei desde a minha adolescência, ou melhor, desde quando brincava com minhas bonecas, ainda menina, desejando um dia, ser Mãe!
Hoje eu me orgulho, e muito, de ti, meu adorável filho!
És fruto de que nada é por acaso.
És a prova viva, que correrá pelos corredores de minha casa, de que um dia o amor existiu, de fato, na vida da tua mãe!
Te amo, meu filho, mais que tudo nesta vida!
Para o todo e sempre, eterno João Vicente, meu filho!


terça-feira, junho 09, 2009

Lição de vida...




Hoje resolvi falar de uma família muito especial. Taí. A gente se surpreende com o destino. Mal eu sabia que, quando cruzei pela primeira vez com estas loucas mulheres da Família Leite teria uma lição de vida. Os primeiros sinais começaram em 2005, depois de algumas turbulências minhas, morando em um apartamento sozinha elas já demonstravam solidariedade e prestação de ajuda, caso precisasse. Nunca estive sozinha, esta é a grande verdade. Sempre fui amparada por elas. Desde uma palavra amiga a uma troca de copos de açúcar por sal(coisa de vizinhas!). E foi com o nascimento do meu pequeno João Vicente que tive minha grande lição de destino. Uma já era por estar sendo mãe. Eu achava que nunca seria mãe. Ainda mais solteira de um relacionamento kármico, mas fundamentado que cada um teria a sua vida. E foi com estes anjos humanos que tive, pelo tempo que morei naquele apartamento da zona sul, o prazer de ter a companhia delas. Tinha noites que nem queria que elas fossem embora tamanho o meu conforto e acalento que sentia delas perante a mim e ao meu filho.
Foram mães, foram avós, madrinhas, irmãs... foram babás enfim, amigas de madeira de Lei para todas as horas, paus e obras... Vez que outra aconteciam alguns repés por contratempos de vida e filosofias de pensamentos. Mas nunca deixaram o João Vicente e eu sozinhos. Isto aliviava a todos, inclusive o pai do meu filho que percebia o amor puro delas. Foi tanto amor que recebi desta família que hoje me deu vontade de registrar aqui, em meu blog.
O João Vicente nunca mais esquecerá o cardiograma destas duas duplas aí: Mamãe Ana e tresloucada filha Thaís, Tatá como o JV gosta de chamar. Tatá, dinda de casa que até hoje não se fez a cerimônia religiosa. Mas fica assim: é a dinda de coração do Joãozinho. Ele amava as famosas ‘baldas” de embalos para dormir. Era um balanço tão gostoso que mergulhava num sono profundo que, de longe, se escutava o ressonar de sua respiração. Foram elas que zelaram, com todo amor que este mundo pode oferecer ao meu anjo. Hoje, nem eu nem elas moram mais lá naquele condomínio cristalizado de histórias inesquecíveis em lagoas de lembranças....
Esta família Leite ganhou um integrante masculino, que deu mais(ainda) vida e luz para a famosa Casa das Três Mulheres.
E chega de mulher, né? Rá!
Fica aqui, o registro de uma visita surpresa delas em meu trabalho. Fiquei tão lisonjeada e que fizeram questão de registrar. Em seguida foram à creche onde estavam o meu travesso lanchando.
Agora, depois de pouco tempo em Bento Gonçalves, esta família cigana do Clã by Leite’s irão desbravar a ilha manezinho de Santa Catarina.
Desejo sorte, paz, muita paz, saúde e sucesso no projeto de vida deles.
Sentiremos saudades, sempre
Fabi e João Vicente

segunda-feira, junho 08, 2009

GAFE AUDITIVA


Tá...
Pediram...
Ai meu Deus...como começar.
Bom aí vai:
Quem me conhece sabe: Sou tetra campeã em surdez. Ouço tudo errado e ainda há ets abduzidos que dizem que eu me 'faço de surda". O certo que não escuto bem(só pode!). Venho de uma família dos Fernandes em que quase todos os tios são surdos(para não dizer todos). Minha avó paterna usava aparelhos para surdez... meu pai não ouve bem, primos...meu Deus... Não vou fazer o dossiê dos surdos, né?Vou começar a contar aqui, umas das minhas gafes auditivas....

Este ano, na aniversário surpresa de uma fadinha que pertence ao meu coração tive o privilégio de pagar o meu mico de audição. Entre estripulias e choros do meu filho, João Vicente, eu demonstrei, em algum momento, estar cansada. Um convidado da festa percebendo a minha correria passou a me 'assessorar'. Ele estava, com sua esposa na mesa ao lado da minha. O fato é que eu não conseguia nem sentar... O João Vicente literalmente não pa-ra-va... Já exausta de juntar bolas que meu rebento chutava e de erguer de suas quedas este, senhor, o convidado, me perguntou:

" - Quantos anos teu filho tem? Ele é lindo!", disse respeitosamente

" - Tem um ano e onze meses!", respondi

(Sim, nesta época, em março, ele tinha um ano e onze meses) .

Tá. Resposta dita cada um foi para suas respectivas mesas.

Mais tarde, em mais uma das travessuras do JV, tive que juntá-lo do chão. Quando fui juntar meu filho este senhor já estava amparando do susto. E logo ele perguntou de novo a idade do João Vicente. Só que desta vez ele perguntou de modo reduzido e confuso... A surda, aqui, acabou ouvindo o que não era e deu a maior gafe auditiva....

O homem perguntou novamente:

" - ELE TEM ONZE E MEIO????" - todo curioso

Eu, abduzida pelo corre-corre maternal e ainda por cima, surda disse o bombástico para o homem:

" - O quê? Tu quer o meu E-MAIL???" - indaguei surpresa.

Mais surpresa foi ele que não imaginou eu ouvir um tipo de frase destas. A esposa dele ficou mais ruborizada que eu.

E ele, em tom mais alto, gesticulando "buco-facialmente" mais que o Boris Casoy repetiu:

" - EEELEEE TEEEMMM OONZE E MEIOOOO?!"

A Fabinha aqui... toda desconcertada foi se recolhendo... e respondendo rapidamente tratando logo de vazar do salão:

" - Não... desculpa...ele tem um ano e onze meses...."

Que gafe auditiva...Céus...onde vou parar...pareço a véia do praça...

Qualquer hora conto mais de minhas falhas auditivas...

O ciúmes




Minha infância querida. Revi esta foto aí. Uma foto antiga. Era a chegada do meu irmão, Diego há trinta e lá vai pedrada de anos atrás... Eu, de franjinha, moreninha ao lado esquerdo, meu irmão no meio, e do lado direito a minha irmã Patrícia. A chegada do mano foi bombástica para meus recém quatro anos de vida. Era um intruso em meu reduzido mundo. Lembro da chegada dele e a mãe me chamando do quarto:
“ – Vem conhecer o teu irmão!“ – dizia fervorosa
Já eu, sentia o gélido da parede. Andei pelo corredor de minha antiga casa me arrastando pelas paredes até chegar ao quarto em que minha mãe e irmão estavam. Era o acontecimento em minha vida. Iria conhecer primeira vez, meu irmão. No entanto, eu sentia(lembro bem disto) um sentimento de abandono. Sim! Abandono! Era oficialmente o meu ‘adeus’ ao mundo dos caçulas. Passava, a partir daquele dia para o time dos Sanduíches! Os famosos irmãos do meio! Para quem não sabe são aqueles irmãos que não tem os privilégios dos irmãos mais velhos; nem os privilégios dos irmãos mais novos.
Ciúmes à parte, dizem integrantes da família, que tentei sufocar meu irmão com o travesseiro. Ó Céus! Teria eu já um lado perverso?
Não... tive sim, foi o ciúmes de irmão. Quem nunca teve ciúmes de irmão que atire o primeiro travesseiro(pedra é cruel)!
Eu tive.
E o João Vicente não fugiu a regra. Só que não foi com irmã caçula e sim com a chegada da Shayene, sua prima! Sim, a filhinha do meu irmão caçula, o Diego e de minha cunhada Ivana! Foi também, “o acontecimento” para ele a chegada da prima. Hoje ele a cerca de mimos e beijos. Mas eu sempre longe. Não posso me aproximar da pequena e lindinha Shay!
O João Vicente tem um ciúmes danado dela comigo. É um sentimento de posse muito engraçado. Sou obrigada a escapar para ar uns amassos na minha sobrinha linda! E se o Joãozinho vê....
Rá!!!
Vôa o que estiver na mão dele: chupetas, carrinhos, bolas...
E lá vai a mamãe Fabiana explicando que é a prima, que a mamãe o ama muito...estas teorias... tenho conversado muito com ele sobre isto. Dá sinais de entender...mas ainda é cedo... Ele acha que é meu dono rsrs
O ciúmes de integrantes de família é algo cômico... Embora sejam parte da mesma família, cada filho é um indivíduo nato, autêntico, enfim, especial. Muitos pais se enganam em achar que deram a mesma educação para sua prole. A grande charada é que a cada nascimento de um membro modifica a composição e dinâmica da família. E por ser assim influencia de modo especial e absoluto. Cada um exerce um grande capítulo e enredo na estrutura parental.

Valores...


O valor das atitudes está no reconhecimento de nossos erros. Óbvio que não falo de nenhum monólogo. Falo dos erros de um casal. Será que são erros? As vezes penso na palavra egoísmo. Segundo a psicanálise: “ Egoísmo é interesse que o ego tem por si próprio”
Egoísmo cega e impede a audição do correto... Poderia, também, tentar enxergar de outro modo. Da dificuldade que o ser humano tem de entender ‘o outro lado do horizonte” - se é que há horizontes...;
Tem algo que me impede de aprender... Eu não sou digna de aceitar certas loucuras, de acreditar no incerto...
Falar é muito bom; reconhecer já é uma tarefa difícil para alguns...
Eu estou num quebra-molas que muitas vezes me deixam assim: confusa...
Aliás, eu sou confusa...

Curtindo um cobertor... e não é de orelhas...


A vida inteira amei o outono e o inverno. Tudo porque sempre fui fogosa rsrs E agravou depois que ganhei o meu filho. Fiquei mais calorenta. Confesso, sou daquele tipo nojenta que odeia suar por isto que antipatizo com o verão. Primeiro que nem moramos num belo litoral e ainda por cima Porto Alegre no verão é algo para “Highlander’s”.... a cidade já um buraco, no verão então... só com ar condicionado... Meu rosto, em dias muito quentes, se torna uma ciranda de fogos... tamanho o furor do calor que sobe em mim. Tudo isto depois que descobri a maternidade. Cheguei a pensar que tava com uma espécie de ‘menopausa precoce” - embora meu ginecologista diga que isto é uma disfunção hormonal e nada como a pílula para regularizar. Então tomo... E é um saco ter o compromisso de tomar micro bolinhas todo o dia... Já me aconteceu de perder e eu sair desesperada a procura do trocinho minúsculo no chão... humpf. Aliás, a TPM é algo que me cerca... não me poupa em nada... Aproveitanto, portanto, a chegada do frio tenho ficado mais em casa. A vinda do outono tem me deixado mais serena, com vontade de ficar mais em casa, curti minhas coisinhas, brincando mais com o João Vicente. Claro que abro exceções para alguns passeios. Porém, o bom mesmo é ficar em casa, vendo tv do lado do meu pequenino. Isto não tem preço... ainda mais que este ano meu guerreirinho tá super forte com saúde de atleta-baby! O ano passado eu briguei com estas estações do frio. Tive a amarga experiência de ver meu filhinho ficar doente zerentas vezes... Teve todas as ‘itis” – bronquite, sinusite, gastroenterite Ai, que dor...
Já este ano, não! Estamos praticamente na metade do ano e o João Vicente só teve um resfriadinho. Isto foi um bálsamo para mim que sofri tanto.... Mãe sofre em dobro. Então, voltei a simpatizar com o inverno... Ele gela meus pensamentos tão aquecidos para tantas indagações... Fora que no frio o cabelo fica mais bonito, a maquiagem ‘dura’ mais, dá vontade de ficar agarradinho em alguém(dê-me licença, é bom sonhar), roupas mais elegantes, a comida é mais gostosa(tá eu sei, sei...mais calórica também)... Ai, sei lá!!!! O inverno tem seu lado pomposo, romântico, chique... tem um astral que só quem tem este feeling de ótica saberá o que estou dizendo...
Estou curtindo um cobertor... e não é de orelhas... bem que podia, né? ....rsrs

sexta-feira, junho 05, 2009

Saber ver...

"Amar alguém é ser o único a ver um milagre invisível aos outros."

Remexer
























Pediram... sugeriram que eu lançasse um livro dos meu textos... Olha como meus amigos são queridos! Fiquei lisonjeada...Mas não é para tanto gente! Ainda não me vejo ...sei lá como explicar... ainda não me enquadro neste ramo de escritores. Isto requer 'ténica", como diz uma antiga amiga. Requer cursos de literatura, pós e assemelhados... Algo que hoje, eu não disponibilizo tempo... Humpf...lá vem a palavrinha que insiste em ficar no meu blog: TEMPO. Isto!Tempo para realmente me aprofundar nisto. E outra: Tem um mar de poetas soltos por aí, blogueiros anônimos que fazem verdadeiras obras da literatura... Autores, escritores estão tudo escondidos atrás de moitas. Se chutar; vôa pra tudo quanto é lado. Enquanto isto...fico neste embalo do satélite... Acreditando em tudo aquilo que meu impulso quer se manifestar e meu coração desabafar... Fica assim...
Imagina!?! Vai ser eu querendo me lançar como autora independente? Olha... não... Prefiro esta blogueira abduzida sem rumo; sem eira nem beira....
E se quisesse fazer um livro teria que remodelar muitos textos que já postei aqui. E para remodelar teria que reler... Tá aí! Reler....
Tem textos antigos que mexem tão forte como meu passado, com um sentimento tão adormecido que temo acordá-lo.... Relembrar algumas danças, alguns reencontros... reler meus fados tão embaçados... Puxa...seria uma aventura ao passado. E isto podeira me deixar embaratinada...
Deixa meu passado quieto... Prefiro ter meus pés no chão utilizando meus solados de mola... As vezes é bom ficar fora da órbita.
Abaixo palavras de Cecília Meireles.... ela falou, extamente, o que aconteceria se remexesse em meus textos do passado. Divido com vocês:


" Chegar, como brisa que atravessa a janela. Soprando de leve, as brumas do passado. Chegar, como o barco.
Trazendo alegrias, após enfrentar as procelas sombrias. Chegar, Como a saudade. Que bate, de manso, no coração. Chegar, Como chuva, fininha, mansinha, criadeira, necessária e tão querida. Ficar, nas lembranças do passado, nas estampas do presente, a retratar nosso ontem no hoje. Ficar, para sempre. Na imagem nunca esquecida, dos que nos são tão queridos. A vida, é chegar e ficar, para sempre. Vida nunca será partida."
Cecília Meireles




Poltrona Egg...





Não tem como...foi amor a primeira vista. Eu tenho verdadeira paixão por este ramo de decorações de casas... Modéstia a parte, meu antigo apartamento tinha tudo que mais queria... e um detalhe: era alegre.
Agora, estou no "mute" imobiliário. E tenho que esperar um tempinho, ainda, para realmente nada falhar, ou melhor dizendo, nada faltar...
Enquanto isto, continuo em minhas navegações(leia-se divagações...) em sites virtuais sobre dicas de decoração. Algo como: a arte do antigo no contemporâneo e por aí vai. E numa destas, dei de cara com esta Poltrona.
Se chama Poltrono Egg...
Gente, ela é caríssima... Mais ou menos uns três mil....
Porém, de um tempo para cá, os 'concorrentes' de fábricas andam 'clonando' e amenizando os preços deste assento lindo. Reconheço que, agora, não é premissa para se consumir...mas está nos meus planos ter uma Egg como esta...
Tanto na sala...como num quarto - este da foto que coloquei ficou um belo exemplo. Além de lindos são ricos na imaginação.
Ééééé.... I-ma-gi-na-ção....
"O amor é o triunfo da imaginação sobre a inteligência." (Henry Encken)
Não acham? hummmm....
Isto reporta meu cantinho... saudades...


O amiguinho imaginário do João Vicente



Quem diria... o amigo imaginário do meu filho, João Vicente é o Coelhinho!!!
Onde eu menos espero ele aparece, enrolando a língua, gesticulando que no determinado lugar o "Cooooelhinhooo" estava lá.
Do nada é: " - Mamãe, Coelhinho!" prá lá;
" - Mããããeeee Coelhiiiinhoooo" pra cá!

Vê o coelhinho no quarto escuro, no corredor... Na rua... passeando de carro.... Cantando... Se estou na cozinha ele surge esbaforido me pegando pela mão para dizer que o aquele coelhinho estava ali ...
E lá vai a mamãe Fabiana atrás do tal "Coelhinho"...
Percebendo o encanto dele por este amiguinho Coelhinho busquei na internet sobre estes amiguinhos imagináveis. Achei interessante o depoimento deste pediatra que diz o seguinte:


"O amigo imaginário pode aparecer na vida de crianças entre 2 e 3 anos, e isso pode se prolongar até 7 ou 8 anos de idade. Muitas crianças descrevem seus amiguinhos, dando detalhes sobre suas roupas, sobre seus brinquedos, emoções e vontades. Os pais devem observar como o filho lida com esse amigo imaginário e evitar dizer que ele não existe, pois esse comportamento é temporário e perfeitamente normal. Para a criança, o amigo existe e é decepcionante pra ela perceber que os pais não aceitam tal fato. "
Então... estou atrás do coelhinho imaginário!!!!

terça-feira, junho 02, 2009

Toda a mulher a partir dos trinta anos...


A mulher depois dos trinta pode dizer várias coisas que a simboliza. É um momento da idade em que põe no balanço a sua vida. Ao mesmo tempo que vibra em comemorar uma identidade de independência afetiva e profissional; também sindicaliza o afeto fiel de um relacionamento. Ninguém está mais por brincadeiras! Mulheres a partir dos trinta querem sustentabilidade no eixo relacionamento de suas vidas. Portanto, nega(e não engole!) mais os indigestos sapos dos forjados príncipes encantados. Questiona se realmente a maternidade vai ou não fazer parte de seu destino. Lida bem com sua montanha-russa hormonal. E dá para se dizer que uma mulher a partir dos trinta anos pode até chorar ou fraquejar; porém não se arrepende de nada do que fez. Lambe, dedo a dedo, as suas derrotas para nunca mais esquecer o amargo da perda, embora saiba que a experiência a tornou muito mais forte e dona de si. Ela não se arrepende nem das besteiras que já fez! Esta mulher respira... lateja... contrai...E em todos estes enredos, reconhece que foi através do sacrifício que sorveu o mais glorioso sabor da conquista! Não teme reviver, não hesita o novo... E temum detalhe peculiar rsrs Uma mulher a partir dos trinta, infelizmente, não é perfeita... Ela reconhece seus defeitos... No entanto, a mulher a partir dos trinta anos gosta, em seu turbulento olhar, em seus mantras noturnos, esta mulher(esta mesmo!), a mulher a partir dos trinta anos, também se derrete com um mimo, um gesto de afeto, de um ‘te amo’ expurgado pelo silêncio.... Enfim, toda mulher cultiva esta enciclopédia que traduz este sentimento: O AMOR.

Meu menino....




As vezes eu me pego imaginando como será o meu filho no futuro, se será estudioso ou não, caseiro ou não, gostando de música ou não, namorador ou não... Desde que ele nasceu muitas manias, trejeitos e fisionomias mudaram. Alguns detalhes na personalidade dele ficaram. Por exemplo: É temperamental, bravo por demais quando é negado a algo que queira pegar ou fazer, birrento(o show é lá em casa... dramaturgia da Rede Globo com João Vicente. Se der assunto aí que ele mergulha no chão, rola...chora e olha de canto para ver se realmente estou olhando...), artista, bom de gargalhada, aspira ser romântico(não pode aparecer uma cena, na tv, de beijo que ele pára tudooo), Ama dar beijos seguidos de mordidas(ok, eu já tentei dizer a ele que não se morde...) aficcionado por futebol(estou quase fazendo Pilates enquanto durmo tamanha a quantidade de bolas que ele leva para a cama), bom de grito, ciumento e muito meticuloso em se doar a quem a ele é apresentado. Não mostra os dentes de primeira. Come ‘a nova amizade’ pelas beiradas. Nossa! São tantos quesitos... Claro que muitos daqui, que relato, faz parte da idade mas também faz parte de sua personalidade. Taurino, nascido no dia 23 de abril, com ascendente em Sagitário e Lua em Leão! Quer mais? rsrs E não nego... estou aqui escrevendo e meu anjinho dormindo ao meu lado... Impossível ficar longe... Meu anjo... meu travesso... meu menino inocente: João Vicente! Tudo na minha vida!

JV Hardcore - Só pode!!!


Cenas engraçadas.... Ele e a vó dele! Agora vocês entendem de onde vem as trovejantes gargalhadas? rsrs A misturinha aí, tem muito dos "Carvalhinhos"! Olha a farra dele com o microfone e o banquinho... Eu tenho que rir....

segunda-feira, junho 01, 2009

IIIAAAAAAAAARRRRRR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




Sábado uma chuuuva e meu menino no aniversário do amiguinho Arthur! Foi com muita alegria que o João Vicente comemorou o festejo. O local impossível de não gostar: Espaço Infantil do Barra Shopping Sul. Piscina de bolinha, cama elástica, carros, vídeo games, discoteca, escorregadores, pintura, massinhas de modelagens, docinhos e salgadinhos. Aqui, um registro do meu pequeno fazendo “aaaa Festa” na piscina colorida! Olhem a entrada dele!
E foi no grito:
“ – Iaaarrrr!”
Mergulhou feito um peixinho na piscina de bolinha!
Crianças...

Eu sou...


"Lembra-te que, agora tu és o teu sol e a tua lua, a tua luz e a tua escuridão…que o silêncio da noite te sirva para tomares qualquer decisão!"
Neste inverno seria bom de dormir abraçadinho, de sonhar alto, de ser tudo de bom para o amado... hum....
Eu sou, espera...
O resto...
Fica esta música que tenho a-ma-do escutar: Jason Mraz, YOU AND I BOTH(acústico)...Só no violão...uma delícia para namorar...
"Palavra também acorrenta e ensina, quando suave embala e acalenta como uma música sem melodia."...
Eu sou, portanto... coração.

Basta estar vivo...


Sabe quando a gente tenta, por todos os lados, mostrar outras visões do mundo, outras janelas ara quem a gente tem apreço e carinho? Provar que, para mudar, basta querer.

E não...

Existe um ditado muito bacana que li este fim de semana. Diz assim:

“ - Nada lhe posso dar que já não existam em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo. “ ...

E foi isto que fiz, falo e repito... Não quer? Então...por favor....
Ultimamente eu ando aborrecida com uma série de fatores a ponto de me irritar com certas cegueiras...

E eu onde fico neste papel? No mínimo cansada, né? Me irrito por sempre acreditar nas pessoas...

Aliado a isto, o fato mais pitoresco foi de um ‘amigo orkutdiano’ que, entre tantos depoimentos onde ele me deixa mensagens(e eu as deleto, claro)... Ele me falou:

“ – É impressão minha ou você está sempre no corre-corre? Eu sinto que quando você me escreve parece atacada. Você não tem uma hora de laser só para ti?”
Eu fui obrigada a rir com a palavra “atacada”...

Engraçado, ele não me conheceu mas pegou, em cheio, a percepção.

Realmente ando ‘atacada’... Que é aquilo tudo que escrevi no post “Quero carinho”...

Cansada...

E, o mais estranho que, quando vejo meus planos voltados para o horizonte, lá vem um empuxo e me segura num estado de minha vida que me deixa confusa...

O que me resta a crer é que o aprendizado é um itinerante. Não existe sequer um momento da nossa vida para se aprender. Basta estar vivo... estando vivo haverão lições para se aprender....

Contramão

"Um dia sou multidão; no outro sou solidão.Não quero ser multidão todo dia. Num dia experimento o frescor da amizade; no outro a febre que me faz querer ser só. Eu sou assim. Sem culpas..."