sábado, janeiro 03, 2009

A Casa do Lago





Me chama de mamão com açúcar que eu sou mesmo! Gente, eu achei este filme, lindoooo! Aí, era em dezembro(mais ou menos, nem eu lembro a data) que resolvi filosofar este filme em minhas 'endiadas tribais do coração'. Escrevi e comparei meus anseios, conflitos, expectativas e sonhos. Saiu isto aqui abaixo. Resolvi colocar só agora.


Botei na caixinha do correio. Será que sai uma correspondência? rsrs




Não sou mais uma pessoa de novidades; pelo contrário, pertenço a rotinas maternais, expectativas de uma sonhadora cidadã mulher – comum - e também uma ansiosa e curiosa empreendedora do futuro. Romântica? Sim! – AINDA GENTE!!! Tantas coisas, em quase 37 anos de vida, que já me fez escrever inúmeras cartas; das virtuais as do papel mesmo. E em todas, questionei a minha vida. E nestas questões passei por vários enredos... QUE FADOOO! Tudo leva ao ensino, correto? Sim, correto. Porém, o único fato que não mudo é ser sempre verdadeira com meus sentimentos. Ainda sou uma astronauta no mundo dos terráqueos. Paciência. É meu jeito. Se estou mal eu falo mesmo; se estou bem? Idem. . 2008 já se despede e 2009 entra como o ano de São Jorge, o Ano de Ogum! Eitcha! Vai ser labuta de guerreiros. A mim só ratifica que a Vida ta aí, lindaaa! Tenho um filho que é uma estrela no meu dia-a-dia. Mas eu busco mais, pois volte e meia eu tenho dores que só quem é mãe sabe. Tentamos abduzir qualquer sofrimento de nossos filhos. Mesmo que eles nem sintam isto. Mas imaginar a dor; já é uma dor para uma mãe. Por isto o sofrimento em dobro. Não esperava ser tão frágil assim. Fora que tenho a fama de manhosa. Há quem diga para eu falar direito e não miar. Bom... só aviso: este miado as vezes é uma urrada de uma leoa. Quem peitou; levou! Rá! São tantos momentos, sentidos, sintomas, anseios para relatar aqui que vou deixar o meu lado cinderela falar. Ta certo, ta certo! Sei que estou chegando na estrada de uma “lobinha”, embora esteja dando uma de “Paquita-velha”... mas eu gosto de verbalizar o amor! rsrs Gosto de viver o futuro, mas tudo que fale do futuro ou diga que fale; eu ouso em explorar. E há nove anos vou a uma vidente que já me disse tantas coisas que aconteceriam, inclusive, aquelas que chorei, penei em aceitar que perderia, que não teria, que não conseguiria, que venho aqui, confessar. Fato de trabalho, empreendimentos e amor. Em todas ela foi pre-ci-sa. Por mais que eu tenha relutado em acreditar; aconteceram. E andam acontecendo... ESTA É A VERDADE! Certa vez, numa das muitas consultas que fiz, tentei ver a minha Vida de um modo. Lá, depois de dado o meu aval que as cartas diziam eu chorei. E no meio de tantos sacrifícios, eremitas, forças e transformações que as cartas insistiam em dizer, veio um sinal. Algo em torno de dois anos iria mudar. Aliás, tudo. Quem me conhece sabe do que estou falando. E, vendo este filme A CASA DO LAGO me vi em suas previsões. Por isto que falei nela, na vidente. Fica delicado relatar. Mas a base e a essência deste filme mexeu muito comigo. O arquiteto frustrado e a médica solitária. Um filme lindo. Que fala de um amor transcendental, fora do tempo e do espaço. Duas pessoas em tempos diferentes, mas ao mesmo tempo juntas. OLHA O BARATO! É um filme que não precisa ser entendido; apenas sentido. É o amor que atravessa barreiras. Podem chamar de filminho “Mamão com açúcar” mas eu sempre tive alma doce, gente rsrs O plus é que este filme está zilhões de anos de ser um clássico. E os atores(por sinal o meu preferido – Keanus Reeves) estão tudo na casa dos quarenta – nenhum esconde olheiras. É show porque aplaude o fato de que não existe idade para amar! Não é um filme para menininhas rebentas e sim, para adultos mesmo, onde rege a sensibilidade, acompanhado da maturidade exata. A vida, por tudo que já passei, tem os dissabores dos quais não esperamos; no entanto Deus é tão maravilhoso que sempre tem algo bom e iluminado que nos acena... São dois anos avante em minha estrada de sonhos e projetos(inclusive planos em que eu mesma me dei o prazo); são dois anos de paz interior. É disto que estou sorvendo. Vivo!

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