quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Peso e medida, sempre.

Voltei decidida. Só falta achar um médico compatível aos meus dois planos de saúde. Porque é dose ter que pagar consulta particular se a gente tem dois planos. Esta decisão bateu o veredito há poucos meses. Eu quero voltar a ser a fofinha(e eu avancei o fofinha, já estou gorda mesmo), não me imagino cabide de esqueleto. Sempre fui da carne. A questão é: nos últimos anos passei do limite e ‘deitei os cabelos”. E, infelizmente, parece que a mulher tem mesmo esta cobrança maior. Hoje eu vejo filhas de amigas minhas crianças não comendo com medo de engordar. Longe de ser extremista em ambos os lados. Nem mais nem menos. Acho que há de se ter uma medida para todas as questões. O pecado é quando esta infância tenta pular etapas vulgarizando, por assim se dizer, com o excesso de ‘evolução’.
Neste louco mundo teve até cientistas que acompanharam um grupo de mulheres – entre 35 e 69 anos - e concluíram que algumas das voluntárias estudadas se autocriticavam uma vez a cada três minutos. É o cacoete do Eu perante a pressão da moda e da perfeição. E nesta tese alertaram que a maioria tem pensamentos negativos sobre o próprio corpo 36 vezes por dia.
Queixas clássicas do tipo:
“- Preciso emagrecer”;
“- Nenhuma roupa está bonita.”;
“- Meu cabelo está horrível!”
E a contabilidade do ego é absurda!
- Em uma semana grande parte das mulheres somaram 250 pensamentos negativos; outras chegaram ao extremo de fechar 1.400 críticas em sete dias. E um detalhe, a maioria, era pelo turno da manhã. E eu sou assim? Olha, ultimamente andava meio alienada. O despertador está soando agora, de novo. Sem radicalismos, o importante é ter consciência de que: muito é ruim e pouco; também! Peso e medida, sempre.

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