quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Túnel do Tempo via Satélite Abduzido

Tem coisas que tem haver. E o haver encaixa justamente com o hoje. Há comportamentos que não mudaram ainda. E como repasso minhas notícias antigas aos amigos Dihittianos, resolvi que posso fazer o mesmo aqui. São textos antigos que eu ando revisando e filtrando quais posso mostrar anos depois. E um deles, de alguns que vou postar estão nestes posts de 2010! Túnel do tempo do Satélite! Quando vocês lerem este título saberão que é um resgate filosofal de palavras que circularam na órbita dos meus planetinhas do blog! Tá? “Prestenção”: Túnel do Tempo via Satélite Abduzido! Hoje o primeiro:
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Como escuto relatos pessimistas... falta do que fazer, de ver a realidade de perto? Freqüentar, por 24 horas um Pronto Socorro, e ver a triste realidade para, assim, digerir o egoísmo de pensar que era infeliz?Não. Respeitando este triste cenário acredito, sim, que sofremos de vários tipos de dores. No entanto, a dor da solidão ou o medo dela pairar em nossas vidas está sendo o grande mau do século. Um mau desta geração dos “auto-suficientes”. Ninguém aceita mais defeitos.A intolerância, hoje, é a protagonista de muitos rompimentos matrimoniais. Décadas atrás, tudo era como um banhado. Um banhado de angústias. Sentimento ligado à mulher que engolia todas as espécies de sapos verbais e de atitudes de seus companheiros.Na nascente deste milênio uma nova realidade.Um número assustador de mulheres, à mais que os homens, ‘por metro quadrado’, em cada quadrante deste rico país. Uma tendência em quUma tendência em que “saia” ocupa os maiores graus no sistema trabalhista. A maioria, delega gestações adiadas e trabalho, em ascensão, na preferência. Tantos projetos e adiamentos de uma constituição de família que, tornou homens e, principalmente, mulheres, pessoas com alto grau de carência enfim, solidão. Neste monólogo de sentimentos há duas facções: as que preferem a solidão do que um “encosto” sugador de energias e dinheiro. Aliás, nenhuma mulher atura, por muito tempo ser alicerce de um homem. Não toleram o fato de ser mãe substituta ou gurú, de seus maridos ou namorados para um todo e sempre. Também, existem aquelas que, mesmo bem sucedida, não suportam o fato de não ter uma ‘conchinha’ para adormecer todos os dias. A conotação de felicidade se resume apenas em ser par. Ímpar jamais! Isto é pauta certa em qualquer roda de saia! O medo de ser só... o medo do amanhã...Isto que me impressiona... O Bussunda pensava que seria a sua última partida de futebol com amigos? Não... o destino é uma roleta russa...Bom...falei demais ... mas que isto rende horas de assunto, ah! Isto rende!Dá cada “tricô” em rodas de amigos... Inclusive já estamos abrindo uma loja com vários blusões e calças! Tudo com a santa proteção da Nossa Senhora Desatadora de Nós!
Post de 2006

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