quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Paixão I




Estava na praia lendo Revista National Geographic-Brasil, quando um grupo de quatro amigas acirraram uma conversa ferrenha sobre o que é o amor e o que é a paixão! Ali, ficaram as quatros, debatendo e exemplificando experiências próprias sobre este avassalador sentimento que não tem ‘hora marcada’. Por coinscidência, eu estava exatamente com a revista que falava sobre este assunto. São sinais!, como diz a minha amada irmã.
Achei o papo interessante e fiquei pasma com os relatos.
Na minha leitura falava o que a ciência havia descoberto sobre a Paixão e suas reações no cérebro.
Vou citar alguns trechos.

- A ciência prova que há uma semelhança, na química cerebral, entre os Apaixonados e daqueles que sofrem de Transtorno Obsessivo-compulsivo. O amor embaralha tudo gente!!! NINGUÉM ESCAPA deste mongolismo de sentimentos! No entanto, esta ciência explica o que há no cérebro porém, nunca desvendou o misterioso funcionamento do nosso coração. Vai entender humpf...
- Esta química libera atitudes loucas: imprudência(eu sei muito bem disto), hiperatividade e excitação. Por isto que os amantes curtem virar as noites, ver o sol nascer estas coisas...
- Esta frase foi fatal:
“Um casamento, pode ser bom quando Eros é substituído pela amizade ou mesmo pela sociedade econômica que liga duas pessoas pela conta bancária...”
Bom de debater...era, de fato, o que as mulheres da praia(quase todas divorciadas) comentavam...
- Esta eu achei pedante: “OS FLINTSTONES é o retrato do que vivenciamos no amor a longo prazo: tudo é de pedra e meio bobo...”

Baseado neste fato, uma antropóloga mergulhou em estudos para desvendar os trajetos bioquímicos do amor em todas as suas manifestações:
luxúria, romance e apego. Como eles crescem e declinam. Como distinguir entre o Príncipe Encantado e o Sapo.
Rsrs Risada geral na praia de Itapuã: Só deu sapo na cabeça!

- A prova que o cérebro é protagonista da paixão foi quando recrutaram voluntários altamente apaixonados.
Puseram duas fotografias, uma neutra, a outra da pessoa amada.
"Foi fascinante!", segundo a autora(àham!).
Detalhe do Raio-X:
Quando cada participante olhava o seu eleito- a área ventral tegmental e o núcleo caudado- iluminaram-se! Um neurotransmissor chamado de Dopamina.
Por isto que acredito em dopaminados ETs rsrs Ninguém escapa desta abdução da paixão!

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