quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Paixão II

A segunda parte que fala deste debate, sobre a Paixão e seus mistérios, foi justamente a que vi na praia. Relembrando, um grupo de amigas que conversavam sobre este lado do coração no destino de cada um.

Então, lendo esta revista e comentando para o quarteto de gurias, Paixão revelou uma segunda substância, além da Dopamina. A protagonista de todas seria a substância de serotonina. Este neurotransmissor pode ser dosado com vários remédios antidepressivos como o Prozac, Zoloft e Paxil, entre outros.

Novamente um outro teste:
Pegaram voluntários e criaram três grupos:
- Voluntários de TOC
- Um grupo de apaixonados e,
- Um grupo compostos de pessoas livres de paixão ou doença mental.


Resultado:
O amor e o transtorno obsessivo-compulsivo podem ter perfil químico similar.


Tradução:
Pode ser difícil distinguir entre amor e doença mental.
Ou seja:

MINISTÉRIO DO CORAÇÃO ADVERTE:

NÀO SEJA TOLO, EVITE!!!

Que babilôôôôniaaaa!!!
Segundo a revista, evidentemente este é um conselho que nenhum de nós consegue seguir(buuuu, buuuu, buuuu todo mundo é bobão rsrs). Nos apaixonamos, às vezes, repetidamente. E, é cada vez maior o estado de ficarmos sujeitos a um estado mental bastante doentio.
Tem até uma comunidade que achei ótima “TE AMO, NÃO É BOM DIA”.

Agora a pergunta que não quer calar:

POR QUE NOS APAIXONAMOS POR DETERMINADAS PESSOAS?

Freud tem uma teoria meio Nelson Rodrigues que prefiro aqui, não citar; já Jung achava que a paixão é impulsionada por algum tipo de inconsciente coletivo. E a ciência de hoje supõem que o amor romântico tem raízes em nossas experiências infantis com a intimidade.

Então amigos... TUDO é abduzido por nossos cérebros e depois, tentamos voltar a sentir quando adultos.
Que trash isto... Mas é um fato!

São tantas teorias nesta matéria da Revista Geographic que ficaria o dia inteiro comentando aqui. Tem uma que derruba Freud e seus filósofos Ets. A teoria que procuramos pessoas sadias para a evolução.
Enfim, buscamos aquilo que “não temos”...

E a paixão?
POR QUE NÃO DURA?

Os estudos no mundo inteiro provam que ela acaba...que pena...Talvez o cérebro não consiga manter a intensa atividade neural da paixão.

Helem Fisher acredita que muitos relacionamentos são rompidos depois de quatro anos, porque este é o tempo necessário para criar um filho até o fim da primeira infância. Lamentável isto...
Bom...nem consegui terminar do jeito que queria... mas dividi este tema em três textos. Este é p segundo! Haverá um próximo em seguida!
Abração a todos!!!
(continuo na próXima...to revirando os olhos de sono...de novoooo!!!! rsrs)

4 comentários:

Biazinha disse...

Bem, eu só queria saber como se julga uma pessoa "livre de paixão". Como aspirante a literácia, fiquei super intrigada com esta questão: como saber realmente classificar uma pessoa livre de paixão? Me preocupei. Seria eu uma delas??? Hiiiiiiiiiiiiiii. Bjs

satélite abduzido disse...
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satélite abduzido disse...

Não tem como classificar Biazinha! Todos nós passamos por esta abdução da paixão! Te adoro
Fabi

a noiva do re-animator disse...

Acho que é tudo uma questão de ferormônios ou, em alguns casos, possessão demoníaca.